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Corretora morta: ‘Somente o autor preso hoje teria acesso e a possibilidade’, diz delegado

Corpo de Daiane Souza foi encontrado em uma área de mata nesta quarta (28), em Goiás; ela estava desaparecida havia mais de um mês

Goiás|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A corretora Daiane Souza foi encontrada morta após desaparecer em Caldas Novas, Goiás.
  • O síndico Cleber Oliveira e seu filho Maicon confessaram o assassinato e foram presos.
  • A Polícia Civil está investigando as motivações do crime e acessou as imagens do prédio com dificuldade.
  • Somente o autor preso teria acesso para cometer o crime sem ser notado pelos sistemas de monitoramento.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O corpo da corretora Daiane Souza foi encontrado nesta quarta-feira (27). Ela estava desaparecida desde 17 de dezembro após ser vista pela última vez no elevador do prédio onde morava em Caldas Novas (GO). O síndico Cléber Rosa de Oliveira e seu filho, Maykon Douglas de Oliveira, foram presos na madrugada após confessarem o assassinato à polícia.

Em entrevista coletiva, a Polícia Civil detalhou a força-tarefa que levou à prisão dos suspeitos. “É um caso muito sensível, e desde o início a equipe trabalhou 12 horas por dia, incansavelmente, para que pudéssemos dar uma resposta o mais breve possível”, disse o delegado André Barbosa.


Daiane Souza estava desaparecida desde o dia 17 de dezembro do ano passado Reprodução/Record News

A ausência de imagens das câmeras de monitoramento do edifício onde a vítima residia dificultou o trabalho de investigação, segundo Barbosa: “Então a gente não tinha nenhum fluxo de imagem, nenhum fluxo de carros que tivessem deixado o prédio, não tínhamos imagem da Daiane deixando o prédio, e também não tínhamos a imagem do suposto autor, preso hoje, fazendo qualquer movimento que o apontasse como autor do homicídio contra Daiane.”

Durante a apuração dos fatos, foram ouvidas 22 pessoas relacionadas ao círculo social da vítima. As evidências apontaram que somente o síndico teria acesso suficiente para cometer o ato criminoso sem ser notado pelos sistemas internos de monitoramento.


“De imediato nós fomos até o local dos fatos para tentar entender toda a dinâmica, e estabelecer qualquer possibilidade que, se ela tivesse sido morta, como isso teria sido feito. Ao final da força-tarefa chegamos a ouvir 22 pessoas, e diante de tudo que foi apurado, ficou demonstrado que, diante dos relacionamentos que Daiane tinha, das possíveis pessoas que pudesse ter cometido qualquer crime contra ela, somente o autor preso hoje teria acesso e a possibilidade”, completa.

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