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‘Foi um ato de 8 minutos’, diz delegado ao detalhar morte de corretora em GO

Síndico do prédio onde Daiane Souza morava e o filho dele foram presos e confessaram o crime à polícia nesta quarta (28)

Goiás|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O delegado detalha o assassinato da corretora Daiane Souza, cujo corpo foi encontrado após mais de um mês de desaparecimento.
  • O síndico Cléber Rosa de Oliveira e seu filho, Maykon Douglas de Oliveira, foram presos e confessaram o crime.
  • O homicídio ocorreu em um ato rápido de oito minutos, com o síndico desligando o registro de energia antes do crime.
  • Cléber colaborou com as investigações ao indicar o local onde o corpo foi enterrado, pois já conhecia a região.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O delegado João Paulo Ferreira Mendes detalhou, durante entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira (28), as evidências do assassinato da corretora Daiane Souza. O corpo da vítima, que estava desaparecida havia mais de um mês, foi encontrado em uma área de mata.

O síndico do condomínio, Cléber Rosa de Oliveira, e seu filho, Maykon Douglas de Oliveira, foram presos na madrugada sob suspeita de envolvimento no crime. Os dois confessaram o homicídio à polícia.


Cléber Rosa de Oliveira foi preso sob suspeita de envolvimento no assassinato da corretora Reprodução/RECORD Minas

“Foi um ato de oito minutos. Alguns pontos chamaram muita atenção, que é o fato de desligar o registro de energia, que é uma prática que o síndico já tinha. Em outros casos, testemunhos já relataram em fatos similares a esse, que tiveram atrito com o síndico, com o senhor Cléber, e por ele não poder participar de uma reunião, ele foi lá e desligou o distribuidor do prédio”, disse o delegado.

Mendes também reiterou que, após a apresentação das provas que levaram à prisão do síndico, ele passou a demonstrar colaboração com a investigação. O delegado também explicou que o suspeito já conhecia a região onde o corpo de Daiane foi enterrado.


“Após ele tomar conhecimento das provas, ele já entra no estado colaborativo, ele se dispõe a apresentar onde estava o corpo, que já começa a fechar ainda mais esse arcabouço provatório, no sentido de que aquela região onde ele desenvolve, a região de mata, ali para Catalão, ele nos leva para aquela região, aponta onde está o corpo, ele já conhecia aquela estrada”, explicou Mendes.

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