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‘A Venezuela é o calcanhar de Aquiles dos Estados Unidos’, analisa especialista

Gustavo Petro critica Estados Unidos após declaração de Donald Trump; entenda

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Gustavo Petro critica os Estados Unidos por "execuções extrajudiciais" em águas internacionais.
  • Nicolás Maduro pede "paz para sempre" e evita a guerra.
  • Especialista Giovana Branco destaca o medo de uma possível intervenção dos EUA na América Latina.
  • Petro argumenta que a ofensiva americana visa destruir a América Latina, não apenas o narcotráfico.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Após Donald Trump chamar o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, de “meliante” e de “líder do tráfico de drogas”, o governante colombiano se pronunciou e acusou os Estados Unidos de cometerem “execuções extrajudiciais” nas águas internacionais e arredores da Venezuela e em paralelo, o líder venezuelano Nicolás Maduro declarou não querer uma guerra, pedindo “paz para sempre”.

Em entrevista para o Conexão Record News, Giovana Branco especialista em ciência política, explicou que as reações da Venezuela e da Colômbia eram esperadas, já que os Estados Unidos tem agido incisivamente: “É óbvio que a Venezuela e outros países da América Latina vão reagir com essas frases de impacto e eventualmente até com algumas operações militares demonstrativas, justamente por conta desse medo generalizado na região de que a gente volte a ter um Estados Unidos muito intervencionista no continente latino-americano”, cometa.


Maduro alega não querer guerra mas acusa EUA de ameaças e assédio Reprodução/RECORD NEWS

Enquanto isso, para Petro, as ofensivas norte-americanas não visam apenas atacar o narcotráfico, mas também causar uma “demolição” da América Latina, pedindo que os supostos criminosos fossem levados a justiça e nãoassassinados”.

“Por muito tempo, a política norte-americana ficou muito voltada para o continente europeu. E nesse momento, em que essas relações estão mais fragilizadas, a gente observa os Estados Unidos olhando para a América Latina, não necessariamente com os olhos de obter parcerias, mas sim de voltar a ter algum tipo de grande influência; a Venezuela é realmente o calcanhar de Aquiles da política externa norte-americana, que por muitos anos tem sido esse incômodo constante para Washington”, explica a especialista.

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