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Ações militares russas não representam um país que busca a paz, avalia analista

Ex-presidente Dmitry Medvedev afirmou que Moscou estaria próximo de conseguir uma vitória na guerra contra a Ucrânia

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Dmitry Medvedev acredita que a Rússia conquistará a vitória na guerra contra a Ucrânia em breve.
  • Analista Uriã Fancelli considera as declarações de Medvedev incoerentes e infundadas.
  • Moscou não conseguiu alcançar objetivos como a ocupação de Kiev, mesmo após quatro anos de conflitos.
  • Aumento das movimentações militares na fronteira com a Finlândia indica preparações para confrontos, contradizendo a busca pela paz.

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O vice-presidente do Conselho de Segurança e ex-presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, afirmou que o país vai conquistar a vitória contra a Ucrânia em breve. Durante uma entrevista, o político foi questionado sobre quando Moscou venceria a guerra, respondendo que gostaria que isso acontecesse o mais rápido possível. Apesar da declaração, Medvedev reforçou que o objetivo não é criar novos conflitos, mas que o mundo estaria se tornando muito perigoso.

Para Uriã Fancelli, analista de relações internacionais, as afirmações do político parecem incoerentes da realidade, principalmente pelo histórico de Medvedev de ameaças e falas infundadas.


Reforço militar de Moscou em outras regiões mostra uma preparação para ações duradouras, diz analista Reprodução/Record News

O analista aponta que a prova mais concreta de que a afirmação é inválida é o fato de os russos nunca terem alcançado um objetivo visto como fácil, mesmo após cerca quatro anos de guerra: a ocupação da capital ucraniana Kiev.

Da mesma forma, outras ações de Moscou também contrariam as declarações feitas pelo ex-presidente de que o país busca a paz. Um exemplo são as recentes movimentações militares na fronteira com a Finlândia, com a reativação de arsenais na região, o que seria uma preparação para um futuro confronto contra a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).


“Então não vejo que essa seja a postura de um país que está pensando na paz no longo prazo, está pensando na guerra, está pensando em como se reorganizar militarmente para um confronto pouco prolongado”, pontua Fancelli em entrevista ao Conexão Record News desta segunda-feira (2).

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