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Ações práticas da China para a manutenção do regime do Irã são limitadas, avalia internacionalista

Diplomata chinês rechaçou ações no país persa após ameças de Donald Trump

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O diplomata chinês Wang Yi se opõe ao uso de força nas relações internacionais, especialmente após ameaças de Donald Trump ao Irã.
  • A China busca uma abordagem diplomática, oferecendo suporte ao Irã, mas reconhece que suas ações para manter o regime são limitadas.
  • Diferente da Rússia, a China favorece o comércio e a diplomacia em vez de enviar apoio militar aos seus aliados.
  • Especialista Igor Lucena destaca que a ajuda chinesa ao Irã pode ser financeira ou humanitária, mas não é prática o suficiente para garantir a estabilidade do regime.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O diplomata chinês Wang Yi disse ao governo iraniano que Pequim se opõe ao uso e à ameaça de força nas relações internacionais. A conversa aconteceu por ligação depois que o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que considera uma ação militar contra o Irã. Ainda segundo Yi, a China é contra que “os países imponham a própria vontade sobre outras nações”, além de se colocar à disposição em desempenhar um papel construtivo na busca de uma resolução.

Para Igor Lucena, economista e doutor em relações internacionais, a postura chinesa reflete o padrão de atuação do país no cenário internacional, por meio da diplomacia e não se envolvendo nos conflitos, apesar do interesse na manutenção do regime. Mesmo com poderio militar considerável, ele lembra que o país não utiliza suas tropas em conflitos desde 1970.


Para especialista, Pequim deve ajudar Teerã apenas com recursos financeiros e ajuda humanitária Reprodução/Record News

Ao contrário da Rússia, que enviava efetivos e armamentos aos parceiros antes da guerra com a Ucrânia, ele aponta que Pequim tende a auxiliar as nações aliadas por meio do comércio, apesar das sanções e com negociações diplomáticas na busca de uma solução.

Essa relação que a China coloca aqui é uma tentativa de manter e dar suporte ao Irã. Pode dar suporte com recursos financeiros, ajuda humanitária, mas é muito limitado hoje o que a China pode fazer do ponto de vista prático para a manutenção do regime”, pontua Lucena em entrevista ao Conexão Record News desta quinta-feira (15).

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