Acordo entre UE e Mercosul ainda ‘vai levar 20 anos para ser implementado na total plenitude’, diz economista
Votação do tratado está prevista para sexta-feira (9); Itália, que antes estava resistente, sinalizou apoio
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Nesta semana, a União Europeia avançou para assinar o acordo de livre comércio com o Mercosul. A Itália, que antes estava resistente, sinalizou apoio, o que abriu caminho para que o tratado seja firmado. A votação está prevista para sexta-feira (9).
Irlanda, França, Hungria e Polônia já anunciaram que vão votar contra. Agricultores desses países temem uma possível entrada de commodities e mercadorias mais baratas vindas do bloco sul-americano, como carne bovina e açúcar.
“Esse acordo já está se estendendo há mais de 22 anos e o problema não é só isso, apesar dos 22 anos, ele vai levar 20 anos ainda para ser implementado na total plenitude. Ou seja, 99% dos produtos que vendemos para a União Europeia serão praticamente zerados em termos de tarifas. E 90% dos que eles vendem para nós, seriam zerados tributariamente”, diz o economista Roberto Dumas, em entrevista ao Hora News desta quinta-feira (8).
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Segundo Dumas, a condição estabelecida no acordo ajuda o segmento da agropecuária no Brasil, mas é preciso entender que existe um empecilho em relação à França, Irlanda e Itália.
“Acho muito difícil que esse projeto seja assinado ainda esse ano, mas por 20 anos, isso ajudaria muito a indústria brasileira a se aperfeiçoar. São 42 anos que a indústria brasileira precisaria se modificar”, afirma.
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