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Agência de aviação dos EUA alerta sobre voos na América Latina diante de possíveis ações militares

Aumento das tensões entre Estados Unidos e líderes regionais exige cuidado

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A FAA alerta sobre riscos de voos na América Latina devido a possíveis ações militares.
  • Os avisos abrangem o México, América Central, Equador, Colômbia e partes do Pacífico.
  • As tensões aumentaram após ações militares dos EUA contra a Venezuela e ameaças a cartéis no México.
  • Voos na região foram restringidos, resultando no cancelamento de centenas de voos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Avisos começaram nesta sexta e terão duração de 60 dias, segundo agência Brian Snyder/Reuters - 09/10/2025

A FAA (Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos) informou nesta sexta-feira (16) que está emitindo uma série de alertas às companhias aéreas para que tenham cuidado ao sobrevoar a América Central e partes da América do Sul, citando os riscos de possíveis atividades militares e interferência de GPS.

A FAA informou que emitiu avisos aos aviadores abrangendo o México e países da América Central, bem como o Equador, a Colômbia e partes do espaço aéreo no leste do Oceano Pacífico. Os avisos começaram nesta sexta-feira e terão duração de 60 dias, acrescentou a agência.


Os alertas ocorrem em meio ao aumento das tensões entre os Estados Unidos e os líderes regionais, depois que o governo Trump montou uma força militar em grande escala no sul do Caribe, atacou a Venezuela e prendeu o presidente Nicolás Maduro, em uma operação militar. O presidente Donald Trump levantou a possibilidade de outras ações militares na região, inclusive contra a Colômbia.

Na semana passada, Trump disse que os cartéis de drogas estavam comandando o México e sugeriu que os EUA poderiam atacar alvos terrestres para combatê-los, em uma das várias ameaças de empregar a força militar dos EUA contra narcotrágico.


Após o ataque à Venezuela, a FAA restringiu os voos em todo o Caribe, o que forçou o cancelamento de centenas de viagens das principais companhias aéreas. O administrador da FAA, Bryan Bedford, disse à Reuters nesta semana que houve uma boa coordenação entre a agência e os militares dos EUA antes da operação na Venezuela.

No mês passado, um jato de passageiros da JetBlue (JBLU.O) com destino a Nova York tomou medidas evasivas para evitar uma colisão em pleno ar com um avião-tanque da Força Aérea dos EUA perto da Venezuela.


O voo 1112 da JetBlue havia partido de Curaçao, no Caribe, e estava voando a cerca de 64 km da costa da Venezuela quando o avião da Airbus (AIR.PA) relatou ter encontrado o jato da Força Aérea, que não estava com o transponder ativado.

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