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Análise: adiamento de encontro entre EUA e China ‘vai impactar a economia de vários setores’

Viagem de Trump a Pequim estava prevista para o fim de março, mas secretário afirmou que pode ser necessário postergar o encontro

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Adiado encontro entre Donald Trump e Xi Jinping aumenta incertezas nas negociações comerciais.
  • Viagem a Pequim estava marcada para o fim de março, mas pode ser postergada devido a questões no Irã.
  • Especialista alerta que adiamento impactará a economia em vários setores, afetando a expectativa de um acordo comercial.
  • A instabilidade entre EUA e China dificulta a formação de arranjos econômicos estáveis para o futuro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O pedido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo adiamento do encontro com o líder chinês, Xi Jinping, aumentou as incertezas nas negociações comerciais. Na segunda-feira (16), representantes dos dois países concluíram negociações comerciais de alto risco na França, em preparação para a cúpula dos líderes.

A viagem do republicano a Pequim estava prevista para o fim de março. No entanto, o secretário do Tesouro americano afirmou que o presidente pode precisar adiar a agenda devido à coordenação do esforço de guerra no Irã.


Donald Trump e Xi Jinping usando ternos escuros, apertam as mãos diante de cortinas, com bandeiras dos Estados Unidos e da China posicionadas alternadamente atrás deles
Segundo pesquisadora, acordo entre EUA e China pode fazer mercados ficarem mais estáveis Reprodução/Record News

Para Giovana Branco, doutoranda em ciência política e pesquisadora de política russa, esse possível adiamento “vai impactar muito a economia de vários setores diferentes, porque existia uma expectativa muito alta sobre esse acordo comercial”.

Segundo ela, após as tarifas impostas por Trump a outros países, existe uma perspectiva de acordo entre Estados Unidos e China para, de fato, fazer com que os mercados internacionais fiquem mais estáveis.


“E agora, de novo, estamos em outro momento de grande instabilidade, dessa vez econômica e diplomática, na medida em que essas duas grandes potências não conseguem sentar para negociar e não conseguem, portanto, formar arranjos econômicos estáveis para o futuro”, diz em entrevista ao Conexão Record News desta terça-feira (17).

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