Análise: EUA integraram ciberataques, guerra eletrônica e satélites inteligentes em ação inédita
Especialista em segurança internacional explica como forças norte-americanas neutralizaram capacidade venezuelana de reagir à captura de Maduro
Internacional|Do R7
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Durante a madrugada deste último sábado (3), a operação das forças militares americanas tomou o mundo e Nicolás Maduro de surpresa. Em poucas horas, o ditador da Venezuela foi capturado e enviado aos EUA a bordo do USS Iwo Jima, para um julgamento em Nova York. A rapidez e eficiência do exército americano devem-se ao extenso planejamento por trás do plano. Na opinião do diretor do Instituto Cetris e analista de segurança internacional, Salvador Raza, foi uma operação sem precedentes do ponto de vista militar.
Durante o Conexão Record News desta segunda (5), o especialista analisou que o segredo por trás da estratégia estadunidense foi integrar cybersecurity, ou segurança cibernética, com ataques cibernéticos pontuais, que neutralizaram diversos elementos, como energia, internet e até comunicações por rádio. Ao mesmo tempo, aviões bloquearam os sinais de radar de sensores venezuelanos, o que neutralizou qualquer chance que o país tinha de poder responder ao ataque.
Raza adiciona que os radares que receberam interferência pelas aeronaves eram extremamente avançados: “Isso que causa choque em alguns. Os americanos conseguiram neutralizar um dos sistemas de detecção mais sofisticados no mundo com uma certa facilidade.”
Ele declara ainda que outra parte essencial na operação foi utilizar satélites que registravam a operação em tempo real e em alta definição para a base de comando, uma tecnologia que ainda não está disponível ao público geral.
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