Análise: guerra da Ucrânia ‘pode escorregar para um segundo plano’ após conflito no Irã
Zelensky está na França para reuniões com Macron; objetivo é aumentar pressão sobre a Rússia para o fim da guerra
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, está na França para reuniões com Emmanuel Macron. O objetivo é aumentar a pressão sobre a Rússia para o fim da guerra. As negociações visam a frota paralela de petroleiros, usada para driblar as sanções impostas sobre o petróleo russo. Aliados ucranianos se mostraram contra a retirada temporária das sanções pelos Estados Unidos.
Segundo o chanceler alemão, aliviar as sanções agora, seja qual for o motivo, é um erro. Os líderes ainda afirmam que é preciso garantir que a Rússia não explore a guerra no Irã para enfraquecer a Ucrânia. O governo britânico reforçou que todos os parceiros devem manter a pressão sobre Moscou e os recursos bélicos do país.

Em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (13), Kleber Galerani, professor de direito e relações internacionais, opina que, com os Estados Unidos e Israel absorvendo o capital político e militar no Irã, cresce o risco de a guerra da Ucrânia escorregar para um segundo plano.
Para Galerani, encontro entre os dois líderes tenta fixar um limite. “Putin não pode muitas vezes usar esse caos global como escudo diplomático. Em outras palavras, a guerra do Irã não pode virar anistia geopolítica para a Rússia’, explica.
O professor diz também que, “quando os holofotes mudam de lugar, líderes correm para garantir que seus conflitos não sejam esquecidos, porque guerra ignorada costuma virar guerra perdida”.
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