Arquivos Epstein: lista ‘final’ de famosos inclui Marilyn Monroe, Elvis e Fidel Castro
Procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, divulgou uma lista com 300 nomes, incluindo celebridades, artistas e políticos
Internacional|Do R7
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, divulgou uma lista com 300 famosos, incluindo celebridades, artistas e políticos, cujos nomes constam nos arquivos de Jeffrey Epstein. No sábado (14), Bondi afirmou ao Congresso americano, por via de uma carta de seis páginas, que todos os documentos que o Departamento da Justiça era obrigado a revelar foram tornados públicos.
Entre os nomes listados estão Bill Gates, Jay Z, Kim Kardashian, Beyoncé, Bono (vocalista do U2), Robert De Niro e Bruce Springsteen. Mas famosos mais antigos também aparecem nos documentos, como Marilyn Monroe, Elvis Presley, Janis Joplin e Fidel Castro. Michael Jackson e Kurt Cobain também foram citados.
A inclusão de documentos nesses arquivos não implica em irregularidades, nem mesmo em contato direto com Epstein.
LEIA MAIS
Vários desses indivíduos tiveram “contato direto e extenso por e-mail” com Epstein ou Ghislaine Maxwell, cúmplice dos crimes do bilionário americano, enquanto outros foram mencionados “em uma parte de um documento (incluindo reportagens da imprensa) que, à primeira vista, não tem relação com os casos Epstein e Maxwell”, disseram o vice-procurador-geral Todd Blanche e Bondi. Os nomes aparecem em uma “grande variedade de contextos”, acrescentaram.
“Quaisquer omissões na lista são não intencionais e, como explicado nas cartas anteriores ao Congresso, resultam do volume e da rapidez com que o Departamento cumpriu a Lei”, disseram. “Indivíduos cujos nomes foram omitidos por razões de confidencialidade para fins de aplicação da lei não estão incluídos.”
Os arquivos incluíam detalhes sobre organizações com supostos vínculos com Epstein, como suas operações de tráfico e financeiras, bem como e-mails internos do Departamento de Justiça de agentes federais que o investigavam e seus associados.
Uma equipe de centenas de advogados analisou cerca de 6 milhões de páginas de arquivos e divulgou mais de 3,5 milhões de páginas de material várias semanas após o prazo surpreendentemente curto, de acordo com os dados do Departamento de Justiça.
Os arquivos mantidos em sigilo incluem material sujeito a “privilégio do processo deliberativo, privilégio do produto do trabalho e privilégio advogado-cliente”, disseram Bondi e Blanche. Além disso, o Departamento de Justiça ocultou os nomes das vítimas e informações de identificação pessoal.
Jeffrey Epstein
O empresário, natural de Nova York, foi detido em 2019 e se suicidou um mês após começar a cumprir a pena. Ele foi acusado de tráfico sexual de menores. Segundo investigações, durante os anos 2000, Epstein liderou uma rede de tráfico que consistia em pagar jovens por atos sexuais.
Acredita-se que o bilionário tenha abusado de mais de 250 meninas. Além disso, as vítimas também eram instruídas a trabalharem como “recrutadoras” para o criminoso, levando outras garotas para os imóveis dele.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp










