Internacional Ataques aéreos no Iêmen deixam 43 mortos, incluindo crianças

Ataques aéreos no Iêmen deixam 43 mortos, incluindo crianças

Comitê afirmou que bombardeios atingiram um ônibus escolar, deixando 61 feridos. Não se sabe quantas crianças morreram

Ataques aéreos do Iêmen deixa 43 mortos, incluindo crianças

Ataque aéreo atingiu ônibus escolar no Iêmen

Ataque aéreo atingiu ônibus escolar no Iêmen

REUTERS/Mohamed al-Sayaghi/9.8.2018

Ataques aéreos da coalizão liderada pela Arábia Saudita mataram dezenas de pessoas, incluindo crianças, na província de Saada, no Iêmen, nesta quinta-feira (9). As informações são de fontes médicas iemenitas e do CICV (Comitê Internacional da Cruz Vermelha).

O CICV disse que um ataque atingiu um ônibus escolar no mercado de Dahyan, no norte de Saada, e acrescentou que os hospitais locais receberam dezenas de mortos e feridos.

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Um vídeo publicado na internet mostrou o momento em que um jovem ferido, ainda usando sua mochila azul, foi resgatado de um carro e levado para um quarto de hospital. A equipe médica foi vista tratando feridos, enquanto o menino chorava e outro garoto ferido se deitou ao lado dele.

Ainda não se sabe quantas crianças morreram

Ainda não se sabe quantas crianças morreram

REUTERS/Naif Rahma/9.8.2018

De acordo com a agência Reuters, ainda não ficou claro quantas crianças foram mortas e quantos ataques aéreos foram realizados na área. Abdul-Ghani Nayeb, chefe de um departamento de saúde em Saada, disse à agência que o número de mortos subiu para 43, com 61 feridos.

A aliança apoiada pelo Ocidente, que luta contra o grupo Houthi, no Iêmen, acusou os insurgentes de usar crianças como escudos humanos e disse que os ataques aéreos contra mísseis usados ​​no ataque à cidade industrial de Jizan, no sul da Arábia Saudita, mataram um civil iemenita, de acordo com um comunicado da agência de notícias estatal SPA.

A guerra

A Arábia Saudita e aliados sunitas lutam há mais de três anos no Iêmen contra os houthis, que controlam grande parte do norte do Iêmen, incluindo a capital Sanaa, e levaram um governo apoiado pelos sauditas para o exílio em 2014.

*Estagiária do R7 sob supervisão de Raphael Hakime

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