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Avião da Marinha dos Estados Unidos faz voo próximo ao Irã em meio a protestos

Aeronave é do modelo Northrop Grumman MQ-4C Triton, não tripulada

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um avião não tripulado da Marinha dos Estados Unidos sobrevoou a costa do Irã, realizando missões de reconhecimento.
  • Os protestos no Irã contra o regime teocrático resultaram em mais de 2 mil mortes, com o foco nas críticas ao líder supremo, Ali Khamenei.
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, incentivou os manifestantes a continuarem protestando e prometeu ajuda para a situação no Irã.
  • As manifestações, que começaram por questões econômicas, agora demandam mudanças na liderança teocrática do país.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Em sua rede social, Trump disse que 'a ajuda está a caminho' Evelyn Hockstein/REUTERS - 13.01.2026

Um avião da Marinha dos Estados Unidos sobrevoou a área próxima à costa do Irã na noite desta terça-feira (13) no horário de Brasília — madrugada da quarta-feira (14) no horário local. É possível ver o voo no site FlightRadar, utilizado para monitoramento.

O avião é do modelo Northrop Grumman MQ-4C Triton, não tripulado utilizado principalmente para realizar patrulhas, auxiliar missões de busca e salvamento e proporcionar inteligência avançada em tempo real, com missões de reconhecimento sobre o oceano.


O voo decolou de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e seguiu próximo à costa Sul do Irã.

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A Northrop Grumman, empresa que fabrica a aeronave, afirma que o MQ-4C Triton é capaz de “detectar, rastrear e classificar objetos de forma rápida e segura ao voar mais alto, por mais tempo e com maior eficiência, compartilhando dados rapidamente para viabilizar a coordenação militar”.


Onda de protestos deixa milhares de mortos

O Irã atravessa uma onda de protestos contra o regime teocrático que governa o país desde 1979, com um grande número de mortos.

Nesta terça-feira (13), a estimativa da ONG Human Rights Activists News Agency, sediada nos EUA, é de que mais de 2.000 pessoas já teriam morrido, sendo que 1.847 eram manifestantes e 135 tinham ligação com o governo.


As manifestações, que começaram como protestos contra a economia debilitada do país, rapidamente passaram a mirar a teocracia, em especial o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei.

Imagens obtidas nesta terça-feira pela agência de notícias Associated Press, referentes aos protestos em Teerã, mostravam pichações e cânticos pedindo a morte de Khamenei - algo que poderia resultar em pena de morte.


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, postou sobre os protestos em sua rede social, a Truth Social.

“Patriotas iranianos, CONTINUEM PROTESTANDO - OCUPEM SUAS INSTITUIÇÕES!!! Guardem os nomes dos assassinos e abusadores. Eles pagarão um preço alto. Cancelei todas as reuniões com autoridades iranianas até que o assassinato sem sentido de manifestantes PARE. A AJUDA ESTÁ A CAMINHO”, escreveu.

Trump prometeu que os Estados Unidos estão “prontos para agir” se o governo iraniano usasse força letal contra os manifestantes, sem especificar que tipo de ajuda seria oferecida.

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