Baixa tecnologia e alta eficiência: como as forças iranianas surpreenderam os EUA na guerra
Ministro declarou que país está disposto a levar guerra no Oriente Médio tão longe quanto necessário; Leonardo Trevisan expõe os ‘segredos’ da resistência do Irã
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
A retaliação iraniana surpreendeu os planejadores das Forças Armadas americanas ao conseguir combinar baixa tecnologia e alta eficiência, avalia o professor Leonardo Trevisan em entrevista ao Conexão Record News. Nesta segunda-feira (16), o ministro das Relações Exteriores do Irã declarou que o país está disposto a levar a guerra contra Estados Unidos e Israel tão longe quanto necessário.
Em entrevista, Abbas Araghchi disse que, a esta altura, “eles já aprenderam uma boa lição e entenderam com que tipo de nação estão lidando”. Segundo o especialista, o baixo custo e a dispersão da produção de armas no país facilitam a resposta. “As armas são baratas e são feitas em múltiplos lugares do Irã. É difícil de pegar as fábricas. Elas combinam informação de inteligência, agência de satélite e uma apurada análise de proximidade”, explica.
Foi por conta disso que as forças iranianas conseguiram acertar os alvos que queriam em Omã, nos Emirados Árabes Unidos, e bombardear onde mais doía em Dubai, pontua Trevisan. “E principalmente acertar, como acertaram e destruíram, uma espécie de radar capitão que mais organizava as ações no Oriente Médio e na Jordânia. Os Estados Unidos ficaram surpreendidos com isso.”
Trevisan finaliza: “Não há dúvida nenhuma de que o gigante americano sofreu sérias consequências do, entre aspas, anão iraniano”.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!










