Internacional Biden destaca as baixas taxas de desemprego nos Estados Unidos

Biden destaca as baixas taxas de desemprego nos Estados Unidos

Segundo ele, 21 dos 50 Estados americanos têm taxa de 3% ou inferior, e isso seria inédito na história do pais

Agência Estado
Biden está isolado, com Covid-19

Biden está isolado, com Covid-19

Mandel Ngan/AFP - 16.7.2022

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, informou, neste domingo (24) que 21 dos 50 Estados americanos têm taxa de desemprego em 3% ou inferior, na primeira vez na história em que isso acontece. "Os americanos estão trabalhando. E este governo está trabalhando por eles", escreveu o presidente em publicação no Twitter.

Em isolamento após ter sido diagnosticado com Covid-19, Biden acrescentou que o mercado de trabalho está em "boa posição" para lidar com os desafios globais de inflação e para fazer a transição de "uma recuperação histórica para um crescimento estável".

Yellen

A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, reconheceu neste domingo que a maior economia do planeta está em processo de desaceleração, mas afirmou que o quadro atual não pode ser considerado recessivo.

Em entrevista ao programa Meet The Press, da emissora NBC, Yellen afirmou que a atividade econômica enfrenta um período de transição para um modelo de crescimento mais lento, que ela considera necessário. "Uma recessão é uma contração generalizada que afeta muitos setores da economia. Nós simplesmente não temos isso", destacou.

A secretária definiu como "extremamente forte" a situação atual do mercado de trabalho americano, com criação mensal média de 375 mil empregos nos últimos três meses. Também citou indicadores positivos de gastos com consumo, produção industrial e qualidade do crédito à família.

Yellen reiterou que a inflação nos EUA está "muito elevada" e demonstrou confiança de que as medidas do Fed (Federal Reserve), o banco central americano, para controlá-la serão bem-sucedidas. "O governo, de sua parte, está suplementando essas políticas do Fed com coisas que podemos fazer", disse. "Cortamos o déficit no recorde de US$ 1,5 trilhão este ano e a liberação de petróleo das reservas estratégicas está pressionando os preços de gasolina", acrescentou.

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