Internacional Biden pede a Putin que não use armas nucleares táticas na Ucrânia

Biden pede a Putin que não use armas nucleares táticas na Ucrânia

Presidente russo alertou que responderá com mais força se suas tropas forem submetidas a mais pressão

Resumindo a Notícia
  • Joe Biden pediu que Vladimir Putin não use armas nucleares ou químicas

  • Forças russas sofreram derrota relâmpago em confronto contra tropas ucranianas

  • Putin sofre pressão de nacionalistas para recuperar vantagem

  • Presidente russo alertou que responderá com mais força

Joe Biden pede para Vladimir Putin não usar armas nucleares em guera

Joe Biden pede para Vladimir Putin não usar armas nucleares em guera

Anna Moneymaker/Getty Images North America/Getty Images via AFP - 28.7.2022

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, que não use armas nucleares ou químicas táticas após os reveses na Ucrânia, em entrevista à CBS News prevista para ir ao ar neste domingo.

Os militares da Ucrânia repeliram as forças russas em uma derrota relâmpago no nordeste do país nesta semana, colocando Putin sob pressão de nacionalistas em casa para recuperar a vantagem.

Putin alertou que Moscou responderá com mais força se suas tropas forem submetidas a mais pressão, levantando preocupações de que ele poderá, em algum momento, usar meios não convencionais, como pequenas armas nucleares ou químicas.

Questionado por um repórter do 60 Minutes o que ele diria a Putin se estivesse pensando em usar essas armas, Biden disse: "Não. Não. Não. Não. Isso mudaria a face da guerra como nunca desde a Segunda Guerra Mundial", mostrou trecho da entrevista divulgado pela CBS no sábado.

Biden disse que a resposta dos EUA seria "consequente", mas se recusou a dar detalhes. A Rússia "se tornaria mais pária no mundo do que jamais foi", disse Biden. "Dependendo da extensão do que eles fizerem determinará qual resposta ocorreria."

Autoridades do governo russo rejeitaram sugestões ocidentais de que Moscou usaria armas nucleares táticas na Ucrânia, mas isso continua sendo uma preocupação para alguns no Ocidente.

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