Bombardeios internacionais matam mais de 30 jihadistas no norte do Iraque
Na Síria, extremistas do Estado Islâmico controlam monte próximo à cidade de Kobani
Internacional|Do R7
Mais de 30 membros do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) morreram neste sábado (4) em bombardeios da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos em áreas adjacentes à cidade de Sinjar, 120 quilômetros ao oeste de Mossul, informou à Agência Efe o integrante das Forças de Proteção de Sinjar, Dawoud Kalu.
A mesma fonte acrescentou que os bombardeios da coalizão internacional coincidiram com violentos confrontos entre essas milícias populares e o EI que explodiram na mesma região, o que provocou também a morte de dois dos voluntários.
Kalu acrescentou que os bombardeios aconteceram na área de Khabar, dez quilômetros ao oeste de Sinjar, e provocaram também grandes danos materiais nas bases do EI, destroçando armas de médio calibre e munição.
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No último dia 3 de agosto, o EI tomou o controle de Sinjar depois que se retiraram da cidade as forças curdas "peshmergas", o que provocou o deslocamento de mais de 400 mil cidadãos da minoria étnica yazidi para os arredores.
Desde que proclamou um califado nos territórios da Síria e no Iraque no último mês de junho, o EI conseguiu importantes conquistas nas províncias de Ninawa, cuja capital é Mossul, Saladino e Diyala, na metade norte iraquiana.
Já na Síria, combatentes do Estado Islâmico tomaram parte de um "estratégico" monte junto ao reduto curdo-sírio de Kobani, na fronteira com a Turquia, após duros combates com milicianos curdos, informou neste domingo (5) o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).
Segundo o OSDH, o EI assumiu no sábado o controle da conhecida como colina Machta Nour, após intensos confrontos entre as Unidades de Proteção do Povo Curdo e os jihadistas.
Pelo menos 16 membros do EI e 11 milicianos curdos morreram nesses combates, indicou o Observatório em comunicado.
Desde o começo da ofensiva do EI na região, os radicais tomaram mais de 350 povoados dos arredores Kobani. Os curdos consideram que a única forma de vencê-los seria destruindo suas armas pesadas, que lhes tornam superiores no terreno.












