Rússia x Ucrânia

Internacional Bombardeios na Ucrânia deixam dois soldados e um civil mortos

Bombardeios na Ucrânia deixam dois soldados e um civil mortos

De acordo com autoridades do país, outros quatro militares teriam ficado feridos após ataques de grupo separatista

  • Internacional | Do R7, com informações da AFP

Militares ucranianos se preparam para conflito com separatistas no leste do país

Militares ucranianos se preparam para conflito com separatistas no leste do país

Anatolii Stepanov/AFP - 20.2.2022

Autoridades ucranianas informaram nesta segunda-feira (21) que dois soldados e um civil morreram durante bombardeios separatistas na região leste do país. Pelo menos outros quatro integrantes do exército da Ucrânia também ficaram feridos durante ataques.

A vítima civil é um homem de 52 anos, segundo anunciado pelo governador de Donetsk, Pavlo Kyrylenko. O ataque aconteceu na cidade de Novoluganské, onde o bombardeio também provocou o corte de energia elétrica e danificou um gasoduto.

Os dois soldados morreram na cidade de Zaitseve, onde também houve três feridos. O outro ferido foi na cidade de Vodine, disse a polícia ucraniana em nota.

No último sábado (19), o exército ucraniano informou que outros dois soldados foram mortos durante ataques separatistas pró-Rússia, também na região leste do país. 

As forças armadas da Ucrânia publicaram no Facebook que registraram 70 violações de cessar-fogo por separatistas desde o começo de sábado, após 66 casos nas 24 horas anteriores. Representantes do movimento pró-Rússia acusaram o exército ucraniano no Telegram de bombardear áreas controladas por separatistas e disseram que eles tinham que responder adequadamente.

Nesta segunda, o governo russo anunciou que o presidente Vladimir Putin reconhecerá os territórios separatistas. A medida deverá gerar sanções por países do ocidente e por blocos econômicos, como a União Europeia.

Líderes mundiais como Emmanuel Macron, da França, e Olaf Scholz, da Alemanha, demonstraram descontentamento com a atitude de Putin, que deve aumentar a escalada de tensões no leste da Europa.

Últimas