Brasileira refém em cafeteria de Sydney passará por cirurgia
Márcia Mikhael ficou 16h nas mãos de um iraniano, em Sydney
Internacional|Ansa

A informação foi divulgada por familiares da personal trainer, que vive na Austrália há 20 anos.
O sequestrador, o iraniano Man Haron Moni, de 49 anos, manteve por mais de 16 horas dezenas de pessoas como reféns no Lindt Chocolat Café. Man Haron Moni mora na Austrália desde 1996 e assume o título de "xeque" Monis.
Perfil: sequestrador de Sydney se comparava a Julian Assange
Sequestrador e refém são mortos em invasão de café em Sydney
Já conhecido pela polícia por outros crimes e incidentes sexuais, o clérigo iraniano fez duas exigências durante o sequestro: ter uma bandeira do grupo extremista Estado Islâmico (EI, ex-Isis) e conversar com o primeiro-ministro do país, Tony Abbott. Após 16h de negociações, a polícia invadiu o café.
Ao todo, três pessoas morreram. Além do sequestrador, as vítimas foram identificadas como Tori Johnson, gerente da cafeteria, e Katrina Dawson, barista, advogada e mãe de três filhos. Nesta terça-feira, dezenas de australianos prestaram homenagens aos mortos do ataque.
Foram depositadas flores perto da cafeteria, além de uma missa que foi celebrada.
Bomba
Um dia depois do sequestro que paralisou a Austrália, um prédio do Ministério das Relações Exteriores e Comércio Exterior em Canberra, na zona do Parlamento, foi evacuado com suspeita de um pacote bomba. A notícia foi divulgada pela rede televisiva ABC. Atiradores da Polícia Federal australiana foram chamados ao local.
Após duas horas de análise, a polícia afirmou que o pacote não apresentava riscos.












