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Brasileiro que mora em Israel elogia defesa do país: ‘Outros se preocupam só em atacar’

Sistemas antimísseis foram capazes de interceptar boa parte dos ataques iranianos nesta terça (3)

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã chega ao quarto dia, com intensificação dos ataques do Hezbollah e bombardeios iranianos.
  • José Nudelman, brasileiro em Israel, destaca que a segurança e a defesa do país são prioritárias, com eficácia do sistema Domo de Ferro.
  • Embora a situação seja tensa, a vida do dia a dia continua com medidas de segurança e aulas suspensas.
  • Nudelman relata que é difícil explicar a situação de segurança em Israel a familiares no Brasil, sentindo-se mais seguro em comparação a grandes cidades brasileiras.

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A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã chega ao quarto dia, nesta terça-feira (3), com ataques israelenses em terra contra bases dos terroristas do Hezbollah no Líbano, além de bombardeios de Teerã em uma embaixada americana na Arábia Saudita.

No país judeu, a ofensiva iraniana causou apreensão na população. Ao menos seis explosões foram ouvidas, e sirenes foram acionadas como alerta para os moradores procurarem abrigo. “Eu diria que essa noite foi talvez o momento de ataque mais forte que o Irã fez contra Israel”, relata José Nudelman, administrador brasileiro que mora com a família na cidade de Carmiel, região norte do país.


Área urbana ampla é vista à distância, com muitos prédios. Acima da cidade, uma grande coluna de fumaça cinza se eleva do solo e se espalha pelo céu, formando uma nuvem espessa. O dia está claro, com nuvens brancas ao fundo.
Ao menos seis explosões foram ouvidas em Israel nesta terça (3) Reprodução/Record News

Em entrevista ao Alerta Brasil, ele destaca que, conforme divulgado pela imprensa local, os mísseis foram interceptados e não houve feridos. Segundo Nudelman, o sistema de defesa do país, com emissão de alertas constantes, garante a sensação de segurança entre os moradores.

“Essa é a grande diferença entre Israel e os outros países da região. Israel se preocupa com a defesa e os outros países se preocupam só em atacar, eles não têm preocupação com a sua população civil. Por isso existe essa diferença enorme entre feridos e mortos dos dois lados”, afirma o brasileiro.


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A preocupação com a segurança da população começa ainda na escola, explica o administrador, com treinamentos constantes de como as crianças devem proceder em situações de risco: “Existe uma preocupação grande com essa questão, estamos expostos aqui a vários inimigos de todos os lados, então essa é uma necessidade local.”

Apesar do cenário de guerra, Nudelman diz que não pretende deixar Israel para voltar a morar no Brasil. “Eu tenho certeza de que eu estou muito mais seguro que qualquer paulistano que queira andar com seu celular pela avenida Paulista”, garante.

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