Internacional Brasileiro que tentou matar Cristina Kirchner tem tatuagem nazista no braço

Brasileiro que tentou matar Cristina Kirchner tem tatuagem nazista no braço

Foto publicada nas redes sociais pelo autor do ataque mostra símbolo usado pelo regime de Adolf Hitler conhecido como 'Sol Negro'

  • Internacional | Do R7

Resumindo a Notícia

  • Brasileiro foi responsável pela tentativa de assassinato de Cristina Kirchner.
  • Fernando Andrés Sabag Montiel postou foto em que mostra tatuagem nazista.
  • Desenho em seu cotovelo esquerdo é conhecido como 'Sol Negro'.
  • Desenho tem origem em povos nórdicos e pode não ter relação com o nazismo.
Brasileiro que tentou matar Cristina Kirchner tinha o símbolo nazista 'Sol Negro' tatuado no cotovelo

Brasileiro que tentou matar Cristina Kirchner tinha o símbolo nazista 'Sol Negro' tatuado no cotovelo

Reprodução redes sociais

A vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, foi alvo de uma tentativa de assassinato ontem (1º) à noite. O autor foi identificado como sendo Fernando Andrés Sabag Montiel, um brasileiro de 35 anos que vive no país vizinho desde 1993. 

Assim que o nome do responsável pelo ataque foi divulgado, seus perfis nas redes sociais foram localizados, e uma foto chamou atenção. Fernando tem tatuado no cotovelo esquerdo o símbolo nazista chamado de "Sol Negro".

O desenho marcado na pele do brasileiro é formado por dois círculos, um menor dentro de um maior, e 12 raios que partem do centro. Alguns grupos neonazistas incluem no centro uma suástica, marca mais conhecida do regime de Adolf Hitler, entre 1933 e 1945.

Liga antiódio destaca que o "Sol Negro" tem origem em povos nórdicos antigos e celtas, e por isso cada caso deve ser avaliado cuidadosamente para uma pessoa não ser associada ao movimento neonazista por engano.

Até o momento, não há informações precisas sobre a motivação da tentativa de assassinato de Kirchner, que saiu ilesa apenas porque a arma falhou e não disparou.

Fernando tentou fugir após apertar o gatilho, mas foi contido pelos apoiadores da política e preso pela polícia. 

A Justiça argentina classificou o caso de "tentativa de homicídio qualificado" e considerou que o réu está em condições de depor. Fernando já tem um defensor oficial nomeado.

Pistola estava engatilhada, mas falhou na hora de ataque contra Cristina Kirchner; veja imagens

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