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Candidato republicano Donald Trump defende proibição da entrada de muçulmanos nos EUA

Declarações vem após tiroteio na Califórnia que deixou pelo menos 14 mortos

Internacional|Do R7

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Declaração de Trump atraiu críticas ferozes de alguns de seus rivais pela indicação republicana na eleição de 2016 (FOTO ILUSTRATIVA)
Declaração de Trump atraiu críticas ferozes de alguns de seus rivais pela indicação republicana na eleição de 2016 (FOTO ILUSTRATIVA)

O líder das pesquisas entre os pré-candidatos republicanos à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta segunda-feira (7) que os muçulmanos sejam proibidos de entrar no país, na resposta mais dramática feita por um candidato após um tiroteio na semana passada conduzido por dois muçulmanos que, segundo o FBI, foram radicalizados.

A declaração de Trump sobre "evitar a imigração muçulmana" atraiu críticas ferozes de alguns de seus rivais pela indicação republicana na eleição de 2016, todos em busca de maneiras para tirá-lo da liderança.


Reações contrárias vieram do ex-governador da Flórida Jeb Bush, do governador de Ohio, John Kasich, do senador Lindsey Graham, da Carolina do Sul, e do governador de Nova Jersey, Chris Christie.

"Donald Trump está desequilibrado. Suas propostas 'políticas' não são sérias", disse Bush no Twitter.


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O bilionário e ex-astro de reality show, que frequentemente usa retórica racialmente carregada, pediu uma suspensão completa da entrada de muçulmanos nos EUA "até que representantes do nosso país possam descobrir o que está acontecendo".


— Enquanto não formos capazes de determinar e compreender este problema e a ameaça perigosa que se coloca, o nosso país não pode ser vítima de ataques horrendos por pessoas que acreditam apenas na Jihad e não têm nenhum senso de razão ou respeito pela vida humana.

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O coordenador de campanha de Trump, Corey Lewandowski, questionado em um e-mail se a proibição se aplicaria especificamente à imigração ou mais amplamente para vistos de estudantes, turistas e outros viajantes para os EUA, ele respondeu: "Todos".

Na semana passada, 14 pessoas foram mortas em San Bernardino, na Califórnia, por um casal muçulmano que foi radicalizado, segundo informou o FBI nesta segunda-feira.

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