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Casa Branca afirma que trabalha duro para obter acordo entre Israel e o grupo terrorista Hamas

Objetivos incluem a libertação de pessoas sequestradas e o estabelecimento da primeira pausa nos combates na Faixa de Gaza

Internacional|Do R7, com AFP

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Biden enviou recado a reféns na semana passada, dizendo que se estava chegando a um acordo
Biden enviou recado a reféns na semana passada, dizendo que se estava chegando a um acordo

A Casa Branca anunciou neste sábado (19) à noite que continua "trabalhando duro" para obter um acordo entre Israel e o grupo terrorista Hamas para libertar os reféns e estabelecer uma pausa nos combates.

"Ainda não chegamos a um acordo, mas continuamos trabalhando duro para chegar a um acordo", afirmou a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Adrienne Watson, na rede social X, em resposta à informação divulgada pelo jornal Washington Post de que um acordo já teria sido alcançado.


Segundo o jornal, o suposto acordo, de seis páginas, incluiria a libertação dos reféns em alguns dias e a primeira pausa no conflito em Gaza.

O Post, que cita fontes não identificadas, afirma que as partes interromperiam as operações de combate durante pelo menos cinco dias, enquanto alguns sequestrados seriam liberados de modo gradual, com vigilância aérea que controlaria os movimentos.


Israel prometeu aniquilar o grupo terrorista Hamas em resposta aos ataques de 7 de outubro, que, segundo as autoridades israelenses, deixaram quase 1.200 mortos, na maioria civis. Além disso, 240 pessoas foram tomadas como reféns.

Brett McGurk, o principal conselheiro para o Oriente Médio do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou neste sábado que uma "pausa significativa" poderia acontecer na guerra se os reféns em poder do grupo terrorista fossem libertados.


"O aumento da ajuda humanitária, o aumento do envio de combustível e a pausa acontecerão quando os reféns forem libertados", explicou McGurk em uma conferência de segurança no Bahrein.

A libertação de um grande número de reféns provocaria "uma pausa significativa... e um aumento em larga escala da ajuda humanitária", destacou.


McGurk disse que Biden abordou o tema na última sexta-feira à noite com o governo do Catar, país do Golfo Pérsico que lidera os esforços de mediação para obter um cessar-fogo e a libertação dos reféns.

Durante a semana, Biden declarou que estava "levemente esperançoso" a respeito de um acordo para a libertação dos reféns, grupo que segundo Washington incluiria dez cidadãos americanos.

Israel se recusa a atender os apelos de cessar-fogo antes da libertação de todos os reféns.

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