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Casal norte-americano é condenado à prisão por racismo em festa de menino negro 

Eles invadiram festa infantil e proferiram ofensas racistas a garoto de 8 anos e familiares

Internacional|Do R7

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Casal foi condenado a anos de prisão pelas ofensas racistas
Casal foi condenado a anos de prisão pelas ofensas racistas

Um casal da Georgia, nos Estados Unidos, foi condenado na segunda-feira (27) à prisão por carregar a bandeira dos Estados Confederados da América, considerada racista pela defesa da escravidão durante a abolição. Atualmente é usada por parte de grupos supremacistas. Os dois realizaram o ato criminoso na comunidade suburbana de Douglas County, em Atlanta.

Jose Ismael Torres e Kayla Rae Norton hastearam a bandeira e proferiram ofensas racistas ao invadirem uma festa de aniversário de um menino de oito anos. Torres foi condenado a 13 anos de prisão e Kayla, a seis anos. As informações são da CNN. 


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O advogado do Condado de Douglas, Brian Fortner, informou a CNN que não se trata apenas do uso da bandeira.


— Muitos tentaram fazer desse caso algo simplesmente sobre a bandeira dos Estados Confederados. Esse caso se relaciona a um grupo de pessoas dirigindo pela nossa comunidade, bebendo álcool, assediando e intimidando nossos cidadãos pela cor de sua pele.

O casal condenado estava junto a um grupo de pessoas dentro de um caminhão. Eles passaram em frente à festa infantil e gritaram ofensas de cunho racista, segundo a acusação. O promotor do caso afirmou ainda que Torres, junto a alguns colegas, apontou uma espingarda para os presentes na comemoração e disse que iria matá-los.


O casal fazia parte do grupo supremacista Respeite a Bandeira. Torres disse em testemunho que levou a arma pois temia pela segurança de seus amigos.

Kayla se mostrou arrependida durante o julgamento, e se desculpou pelas atitudes.


— Eu quero que vocês saibam que essa não sou eu. Essa não sou eu, esse não é ele. Eu jamais iria até vocês e diria essas palavras. Eu sinto muito que isso aconteceu com vocês. Eu sinto muito.

Hyesha Bryant, uma das pessoas que participavam da festa, testemunhou na audiência e disse a Norton que o que ela fez afetou a vida dela e dos filhos, mas que a perdoava.

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