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China critica Estados Unidos por vender armas a Taiwan

Governo de Pequim anunciou também medidas contra empresas e indivíduos envolvidos nas vendas

Internacional|Estadão Conteúdo

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Segundo porta-voz chinês, venda de armas viola a soberania do país Flickr/@presidentialoffice (Sob Licença Creative Commons)

Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning afirmou nesta segunda-feira (24), durante entrevista coletiva, que a venda de armas dos Estados Unidos para “a região da China de Taiwan viola seriamente o princípio de uma China”, bem como comunicações bilaterais. Segundo a funcionária, a medida americana “mina a soberania e a integridade territorial da China”, por isso Pequim adotou medidas contra entidades relevantes e executivos graduados envolvidos nessas vendas.

A porta-voz afirmou que “a questão de Taiwan está no núcleo dos principais interesses da China”. Ela disse que nenhum país, organização ou indivíduo “deve subestimar a forte determinação” chinesa em relação à ilha, bem como “o desejo e a capacidade do governo chinês e seu povo de defender nossa soberania e integridade territorial”.

Em outro momento, a porta-voz da chancelaria criticou as Filipinas pela “intrusão ilegal” de embarcações em águas consideradas da própria China, e acrescentou que o país trabalha para “manter a paz e a estabilidade no Mar do Sul da China”.

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