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‘Combater com paciência’: Coreia do Norte revela como vai reagir às sanções dos EUA

Governo norte-coreano chamou as medidas de hostis, em meio a uma possível retomada de diálogo entre Kim Jong-un e Donald Trump

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Coreia do Norte reagiu às sanções dos EUA, classificando-as como hostis.
  • O vice-ministro Kim Un-chol afirmou que o país vai combatê-las com paciência.
  • As sanções visam oito indivíduos e duas entidades norte-coreanas por lavagem de dinheiro.
  • Há sinais de possível retomada de diálogo entre a Coreia do Norte e Donald Trump.

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Ministério sul-coreano avaliou a reação do regime norte-coreano como contida Reprodução/Record News

A Coreia do Norte reagiu nesta quinta-feira (6) às novas sanções impostas pelos Estados Unidos, classificando a medida como uma prova das “intenções hostis” de Donald Trump, segundo informações da agência Yonhap. Pyongyang afirmou que vai combater com paciência as ações norte-americanas.

O governo de Trump anunciou sanções para oito pessoas e duas entidades norte-coreanas por envolvimento em lavagem de dinheiro através de atividades cibernéticas ilícitas.


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Em resposta, o vice-ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Kim Un-chol, criticou o que chamou de “intenção invariavelmente hostil” de Washington e afirmou que o país seguirá firme diante das tentativas de intimidação. Ele declarou que as medidas não mudarão o posicionamento norte-coreano, reforçando que o país já resistiu a décadas de pressão internacional.

“Agora que a atual administração dos EUA deixou clara sua posição hostil em relação à RPDC [República Popular Democrática da Coreia] até o fim, também tomaremos as medidas adequadas para combatê-la com paciência, pelo tempo que for necessário”, disse no comunicado.


“As sanções dos EUA não terão efeito algum sobre o pensamento e o ponto de vista da RPDC a respeito disso no futuro, assim como não tiveram no passado”, completou.

Apesar da fala do vice-ministro, o Ministério da Unificação sul-coreano avaliou que a reação do regime norte-coreano foi contida. Recentemente, Pyongyang ignorou o convite de Donald Trump para uma reunião durante sua passagem pela Coreia do Sul, mas parece ter reconsiderado.


A agência de espionagem sul-coreana observou sinais de que Kim Jong-un estaria se preparando para uma possível retomada do diálogo com Trump. Com as negociações entre os países estagnadas, há rumores de que eles possam se encontrar após o exercício militar conjunto anual entre Coreia do Sul e Estados Unidos, previsto para março de 2026.

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