Como a China transformou um antigo porta-aviões soviético em sua marinha moderna
Embarcação começou a ser construída em 1985, para carregar aviões pesados para a União Soviética
Internacional|Do R7
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Construído em 1985 para transportar aeronaves pesadas para a União Soviética, o porta-aviões Liaoning integrou a Marinha do Exército de Libertação Popular em 2012 e, até hoje, é símbolo do avanço naval da China.
Após não ter sido concluído por seus construtores originais, o navio ficou sem uso por anos, até ser comprado por uma empresa de viagens chinesa. A embarcação passou por um longo processo de reforma, que a transformou em um porta-aviões operacional.
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Os chineses modernizaram sistemas eletrônicos, radares e estruturas internas do navio, que anteriormente era chamado de Varyag. Com as adaptações, a embarcação passou a ser utilizada principalmente para treinamentos.
A partir do Liaoning, a China conseguiu instruir pilotos, equipes técnicas e tripulações, essenciais para o avanço da aviação militar no país.
Atualmente, o navio pode ser considerado “simples” quando comparado com outras embarcações do tipo. Mesmo assim, suas características e tamanho chamam atenção. O porta-aviões desloca cerca de 60 mil toneladas. “O Liaoning difere dos porta-aviões de outros países tanto em tamanho quanto em capacidade”, explica o China Power.
“Embora sua capacidade geral seja limitada por sua usina de energia relativamente ineficiente e por seu sistema de lançamento de aeronaves com potência insuficiente, o Liaoning representa um passo importante no avanço da capacidade da China de projetar poder naval.”
Além disso, seu sistema de defesa é capaz de se proteger de ameças aéreas e mísseis. Os sensores também conseguem monitorar o ambiente ao redor, incluindo áreas de superfície e subaquática.
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