Como mafiosas do Reino Unido escondem impérios de drogas em salões de bronzeamento artificial
Autoridades britânicas estão investigando os estabelecimentos com alto fluxo de dinheiro em espécie e pouca fiscalização
Internacional|Do R7
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Salões de bronzeamento artificial têm sido usados como fachada para esquemas de tráfico de drogas liderados por mulheres no Reino Unido, segundo uma reportagem do jornal The Sun.
Investigações policiais mostraram que esses estabelecimentos aproveitam o alto fluxo de dinheiro em espécie e a falta de fiscalização para esconder atividades criminosas.
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Um dos casos que ganhou repercussão envolve Leanne Duffin, condenada por comandar uma rede de tráfico de drogas em Lancashire, na Inglaterra, enquanto operava a loja de bronzeamento artificial Cosmopolitan. O local servia para justificar a origem de recursos ilícitos e sustentar o padrão de vida elevado da criminosa, que frequentemente era vista com carros de luxo.
Embora o pai de Leanne, Brian Duffin, também fizesse parte da organização, os policiais concluíram que ela exercia o controle da operação. “Este é um dos primeiros [casos de tráfico de drogas] em que tivemos uma filha no comando, com o pai também envolvido”, disse o detetive Keith Duckworth. “A conversa telefônica mostrou que Leanne era definitivamente quem estava no controle. É mais comum que um homem esteja no comando.”
Segundo as autoridades, a mulher também teria aliciado jovens vulneráveis para o vício e, depois, incentivou eles a se tornarem traficantes para pagar dívidas. A gangue abasteceu cidades como Chorley, South Ribble e Preston com cocaína e cannabis por anos, usando o salão de bronzeamento como uma fachada.
Após uma investigação, que durou mais de um ano, Leanne e outros integrantes da quadrilha foram presos. A dona do estabelecimento foi condenada a oito anos de prisão, enquanto o pai recebeu uma pena de seis anos. O tribunal apurou que a britânica lucrou mais de £370.120 (cerca de R$ 2,67 milhões) com os crimes.
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