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Como Putin poderia derrotar a Otan com apenas 15 mil soldados, segundo simulação

Exercício estratégico mostrou que o motivo da vantagem russa seria a reação lenta e hesitante dos aliados

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Especialistas simulam que a Rússia pode derrotar a OTAN com apenas 15 mil soldados.
  • A simulação destaca a reação lenta dos aliados como fator de vantagem russa.
  • Os EUA não acionaram o Artigo 5 da OTAN, enquanto Polônia e Alemanha hesitaram em responder.
  • A Rússia poderia garantir controle na região báltica a partir de posições estratégicas na Bielorrússia e Kaliningrado.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Simulação foi conduzida por ex-integrantes do governo alemão Pexels

Especialistas avaliam que a Rússia poderia obter vantagem sobre a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) em um cenário de guerra, segundo resultados de um exercício estratégico conduzido por ex-integrantes do governo alemão e da aliança militar.

A simulação, divulgada pelo jornal Daily Mail, projetou um cenário em outubro de 2026, no qual forças russas tentariam tomar a cidade lituana de Marijampole. Segundo o exercício, cerca de 15 mil militares seriam suficientes para garantir o controle do território.


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O motivo da vantagem russa seria a reação lenta e hesitante dos aliados. Na simulação, os Estados Unidos optaram por não acionar o Artigo 5 da Otan, que prevê defesa coletiva em caso de ataque a um dos membros.

A Polônia, por sua vez, chegou a mobilizar algumas das tropas, mas decidiu não enviá-las. Já a Alemanha demonstrou resistência em responder ao ataque de forma imediata, o que teria sido um dos fatores decisivos para a vitória de Putin.


“A dissuasão depende não apenas das capacidades, mas também do que o inimigo acredita sobre a nossa vontade, e no exercício de simulação de guerra, meus ‘colegas russos’ e eu saíamos: a Alemanha hesitaria. E isso foi o suficiente para vencer”, disse o especialista militar austríaco Frans-Stefan Gady, que atuou como representante russo no exercício.

Ele acrescentou que, para cumprir objetivos militares na região báltica, a Rússia não precisa invadir a Lituânia, Letônia ou Estônia, e sim estabelecer o controle de fogo a partir da Bielorrússia e de Kaliningrado. Dessa forma, seria possível posicionar lançadores de foguetes e drones em pontos estratégicos.

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