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Confrontos na Faixa de Gaza matam pelo menos 58 palestinos

Segundo a Autoridade Palestina, tropas israelenses mataram 58 em protestos contra mudança da embaixada dos EUA deixaram mais de 2700 feridos

Internacional|Fábio Fleury, do R7, com agências internacionais

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Manifestantes fogem de bombas de gás lacrimogênio
Manifestantes fogem de bombas de gás lacrimogênio

Pelo menos 58 palestinos foram mortos na Faixa de Gaza nesta segunda-feira (14), durante protestos contra a inauguração da nova embaixada dos EUA em Jerusalém, um reconhecimento formal da cidade como capital de Israel.

O número foi confirmado pelo Ministério da Saúde de Gaza, segundo a rede de notícias CNN. Foi o dia com mais mortes na região desde 2014. Outras 2077 pessoas ficaram feridas, dentre elas pelo menos 12 jornalistas em serviço.


Entre as vítimas estaria o jovem Hamdan Qudeih, 21 anos, que foi morto a tiros, um adolescente de 14 anos. Autoridades palestinas estimam que os protestos devem continuar nesta terça-feira.

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Os conflitos entre os manifestantes e o Exército de Israel tiveram início na Cisjordânia, principalmente em Belém e Hebron, mas foram registrados em outros locais também, como Kalandia, ao norte de Jerusalém. O exército fortaleceu sua presença ao longo da fronteira com mais dois batalhões.


O governo israelense culpou o grupo Hamas, que controla o lado palestino da região de Gaza, pelo que qualificou como 'ameaças terroristas' e 'incitação' de até 35 mil manifestantes.

A Turquia convocou seu embaixador nos EUA para voltar a Ancara e dar explicações sobre a situação e as posições dos EUA com relação a Israel.

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