‘Consequências serão bastante sérias’, diz especialista sobre eventual invasão dos EUA na Groenlândia
Segundo Leonardo Trevisan, potências europeias parecem bem dispostas a reagir
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
O presidente francês alertou sobre as consequências caso os Estados Unidos anexem a Groenlândia. Segundo a porta-voz do governo da França, Emmanuel Macron abordou o assunto em uma reunião de gabinete. O governo também disse que a França está acompanhando de perto a situação e vai agir em total solidariedade com a Dinamarca e a soberania do país.
O professor de relações internacionais Leonardo Trevisan analisa a situação em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (14): “A Dinamarca é uma aliada dos Estados Unidos. É um integrante da Otan de primeira hora. A Otan tem um artigo quinto que é claríssimo, qualquer país da Otan que for atacado é o mesmo que atacar os 30 países. Olha que coisa inédita, o atacante será os Estados Unidos, que é o principal criador da organização”, diz.
O professor afirma que os europeus estão preocupados com essa possibilidade. “As maiores potências europeias, Alemanha, França, Inglaterra, Espanha, Polônia, Itália, fizeram um acordo agora, na sexta-feira (9), deixando muito claro que se os Estados Unidos invadirem a Groenlândia, ele vai ter que retirar todas as suas bases militares da Europa”, explica.
Leonardo Trevisan também esclarece o que está por trás de tamanho interesse dos Estados Unidos e, especificamente, de Donald Trump na ilha gelada: “A Groenlândia talvez seja uma das reservas mais importantes de minerais, principalmente de terras raras. Há uma possibilidade grande que com o degelo, se possa inclusive explorar petróleo na Groenlândia”.
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