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Coreia do Norte alerta que pode ‘destruir completamente’ a Coreia do Sul caso seja ameaçada

Coreia do Sul lamentou a postura hostil do país e busca a estabilização da paz

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Kim Jong Un declarou que a Coreia do Norte pode 'destruir completamente' a Coreia do Sul se sua segurança for ameaçada.
  • Ele anunciou a recusa em dialogar com Seul, mas mantém a possibilidade de conversar com os EUA.
  • O governo sul-coreano lamentou a postura hostil da Coreia do Norte e reafirmou seu compromisso com a paz.
  • Kim pediu o desenvolvimento de novos sistemas de armas, incluindo mísseis balísticos intercontinentais e um arsenal nuclear expandido.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Kim Jong-Un em discurso
Kim Jong-un planeja desenvolver novos sistemas de armas KCNA via Reuters - 23.02.2026

O líder supremo da Coreia do Norte, Kim Jong Un, afirmou que o país pode “destruir completamente” a vizinha Coreia do Sul, caso sua segurança seja ameaçada, em comentários nesta quinta-feira (26).

Ele reiterou sua recusa em se engajar com Seul, mas deixou a porta aberta para o diálogo com os EUA (Estados Unidos) ao concluir um congresso do partido que delineou as metas políticas para os próximos cinco anos.


No congresso, Kim disse que o desenvolvimento acelerado de seu programa nuclear e de mísseis nos últimos anos “consolidou permanentemente” o status do país como um Estado com armas nucleares, e pediu que Washington descarte o que ele percebe como políticas “hostis” em relação à Coreia do Norte se quiser retomar o diálogo há muito paralisado.

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O Ministério da Unificação da Coreia do Sul disse que é lamentável que o país vizinho continue a definir as relações intercoreanas como hostis e que Seul “pacientemente” buscará esforços para estabilizar a paz.


Nos últimos anos, Kim tem intensificado sua retórica em relação a Seul e sublinhado sua rejeição à diplomacia intercoreana.

Especialistas dizem que isso provavelmente não prenuncia confrontos militares, mas visa avançar um esforço mais amplo para afirmar um papel regional mais assertivo, respaldado pelo arsenal nuclear de Kim e seus laços com Moscou e Pequim.


A Agência Central de Notícias da Coreia informou que, no congresso, Kim também pediu o desenvolvimento de novos sistemas de armas para fortalecer seu exército armado nuclearmente, incluindo mísseis balísticos intercontinentais que poderiam ser lançados debaixo d’água e um arsenal expandido de armas nucleares táticas, como artilharia e mísseis de curto alcance, visando a Coreia do Sul.

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