Rússia x Ucrânia

Internacional Coreia do Norte reconhece repúblicas Donetsk e Lugansk

Coreia do Norte reconhece repúblicas Donetsk e Lugansk

Governo norte-coreano se junta aos líderes russos e sírios no grupo de nações que chancelam independência destes dois territórios

Agência EFE

Resumindo a Notícia

  • Coreia do Norte reconheceu as Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk
  • Norte-coreanos seguiram os passos dos governos russos e sírios — únicos a reconhecerem
  • Coreia do Norte tem ligação estreita com o governo da Rússia
Na Rússia, embaixadores de Donetsk e Coreia do Norte formalizam reconhecimento separatista

Na Rússia, embaixadores de Donetsk e Coreia do Norte formalizam reconhecimento separatista

Handout / Embassy of the self-proclaimed Donetsk People's Republic (DNR)/AFP - 13.7.2022

A Coreia do Norte reconheceu nesta quarta-feira (13) a independência das autoproclamadas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk, no leste da Ucrânia, seguindo os passos de Rússia e Síria, anunciaram fontes diplomáticas norte-coreanas.

A respectiva nota foi entregue ao embaixador russo em Pyongyang, segundo um porta-voz da embaixada norte-coreana em Moscou, citado pela agência de notícias russa Interfax.

"A República Popular Democrática da Coreia reconheceu hoje a República Popular de Donetsk", escreveu o líder da República Popular de Donetsk, Denis Pushilin, no Telegram.

"O status internacional da República Popular de Donetsk continua se fortalecendo", disse Pushilin, que agradeceu ao povo norte-coreano pelo apoio e esperou o desenvolvimento das relações com o país asiático.

Em 29 de junho, a independência de Donetsk e Lugansk também foi reconhecida pela Síria.

"Incorporando a vontade e o desejo comum de estabelecer relações em todos os níveis, a República Árabe Síria decidiu reconhecer a independência e a soberania da República Popular de Lugansk e da República Popular de Donetsk", disse uma fonte do Ministério das Relações Exteriores sírio.

A Rússia reconheceu as autoproclamadas repúblicas populares no leste da Ucrânia em 21 de fevereiro, três dias antes de lançar uma campanha militar, segundo Moscou, no país vizinho.

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