Corpos e restos cremados são encontrados em funerária sem licença em Nova York
Familiares relataram que não receberam os restos de seus entes após os serviços funerários
Internacional|Marcus Solis, da WABC, parceira da CNN Internacional
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13 corpos em decomposição e 17 caixas de restos cremados foram supostamente encontrados em uma descoberta perturbadora em uma funerária sem licença no Condado de Westchestere, em Nova York.
O Estado fechou o negócio e retirou a licença do diretor da funerária.
Autoridades dizem que o operador da Funerária Camelot em Mount Vernon continuou a realizar serviços funerários por meses depois.
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Mais de dois meses depois, o processo de luto começou para Aloma Washington.
Sua mãe de 74 anos, Estella Washington, morreu em 25 de novembro e seus serviços memoriais foram realizados na Funerária Camelot em Mount Vernon.
Washington deveria ter sido cremada alguns dias depois, mas a família nunca recebeu os restos mortais.
“Ele disse: Eu sei que você está passando por um momento difícil, então, se você ainda não estiver pronta para levá-la para casa, eu entendo. Ele disse que a mamãe estaria segura aqui comigo”, relatou Aloma Washington.
O proprietário Michael Neughton foi acusado de operar a funerária sem licença.
O DSE (Departamento de Saúde do Estado) informou que uma inspeção na semana passada revelou condições deploráveis, incluindo 13 corpos em decomposição em várias salas, dois estavam empilhados um sobre o outro na garagem e 17 caixas de restos cremados foram encontradas no porão.
O que os investigadores não localizaram foi uma única certidão de óbito de qualquer indivíduo, incluindo Estella Washington, cujo corpo estava entre os que estavam lá dentro.
“Alguém ia buscar minha mãe há um mês ou algo assim, certo? Então e se tivéssemos ido buscá-la. O que os investigadores iriam nos dizer ou o que ele iria nos dar?“, disse Washington.
A licença de Naughton foi revogada em 2019.
A Funerária Camelot foi fechada em 2021, reaberta e fechada novamente em maio passado.
O GPG (Gabinete da Procuradoria-Geral) afirma que a instalação realizou mais de 20 funerais desde agosto.
Aloma Washington diz que nunca houve qualquer indicação de que algo estivesse errado.
“Ele nunca deu a entender que algo estava acontecendo. Minha mãe morreu em novembro, ele perdeu a licença em maio. Então pense no que estava no fundo daquele porão? E lá em novembro, ele ainda estava aceitando corpos e não deveria”, disse Washington.
Naughton deve retornar ao tribunal no final deste mês.
Enquanto isso, qualquer família impactada que ainda não tenha entrado em contato com as autoridades foi solicitada a contatar o GPG (Gabinete da Procuradoria-Geral).
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