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Covid: Argentina registra maior o nº de mortes dos últimos 5 meses

Autoridades sanitárias informaram 338 óbitos nesta quinta-feira (27), além de 77.729 novos contágios no país

Internacional|Do R7

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Número de mortes causadas pela Covid-19 foi o maior desde agosto de 2021
Número de mortes causadas pela Covid-19 foi o maior desde agosto de 2021

A Argentina registrou 334 mortes por Covid-19 nesta quinta-feira (27), o número mais alto dos últimos cinco meses, segundo informaram fontes oficiais.

De acordo com o relatório do Ministério da Saúde, a última vez que houve um número maior foi em 9 de agosto de 2021, com 502 óbitos. O total de mortes desde o início da pandemia subiu hoje para 120.352.


Nas últimas 24 horas, também foram registrados 77.729 novos contágios, elevando o total de casos positivos para 8.207.752. Por sua parte, a taxa de positividade registrada nesta quinta-feira para o país como um todo foi de 59,07%, após a realização de 131.582 testes em todo o território nacional.

Os números oficiais apontam para 7,2 milhões de pessoas infectadas e já com alta, enquanto o número de doentes com diagnóstico confirmado de Covid-19 que permanecem internados em unidades de terapia intensiva foi de 2.836 nesta quinta-feira.


O número de internados está aumentando nas últimas semanas, mas segue abaixo do pico de 7.969 em 14 de junho do ano passado.

Já a porcentagem de ocupação de leitos de UTI para todos os tipos de patologia é de 49,7% em nível nacional e 48,1% se considerarmos apenas Buenos Aires e seus arredores.


Após meses de uma situação epidemiológica favorável, em outubro do ano passado o governo argentino relaxou a maioria das restrições sanitárias vigentes até então, incluindo a abertura total das fronteiras.

No entanto, os casos começaram a subir novamente a partir de novembro e ganharam ritmo vertiginoso nas últimas semanas de dezembro, dando origem a uma terceira onda da pandemia do coronavírus.


Por esse motivo, o governo argentino impôs a partir de 1º de janeiro a obrigatoriedade do uso do passe sanitário, que exigirá comprovação de esquemas de vacinação completos para a participação em atividades consideradas de "risco epidemiológico", como grandes eventos ao ar livre ou em espaços fechados.

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Com cerca de 45 milhões de habitantes, a Argentina continua realizando sua campanha de vacinação contra o coronavírus, que começou no fim de 2020.

Mais de 39,4 milhões de pessoas receberam a primeira dose da vacina, enquanto 34,7 milhões já foram inoculadas com a segunda.

Da mesma forma, 3 milhões de argentinos receberam uma terceira dose adicional (quando a resposta imune inicial provavelmente é insuficiente) e outros 8,8 milhões uma dose de reforço, no âmbito da estratégia de vacinação iniciada em outubro para fortalecer a imunidade de vários grupos.

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