Dirigente político da oposição é morto a tiros em Túnis
Internacional|Do R7
Túnis, 25 jul (EFE).- O Ministério do Interior tunisiano confirmou nesta quinta-feira o assassinato do político opositor Mohammed Brahmi e afirmou que as forças de segurança estão tomando as medidas necessárias. "Mohammed Brahmi, deputado da Assembleia Nacional Constituinte levou vários tiros que provocaram sua morte em frente a sua casa em Ariana" divulgou o Ministério em um breve comunicado onde classificou o político como um "mártir". Brahmi renunciou a seu cargo como secretário-geral do grupo de esquerda Movimento do Povo há três dias para unir-se à plataforma Frente Popular dirigida por Hama Hamami, depois que a direção de seu partido se recusou a se unir às fileiras da Frente Popular. Segundo informaram à Agência Efe fontes políticas, o dirigente levou 11 tiros em frente a sua casa em um bairro de Túnis, que se fica na província de Ariana. O principal partido governamental tunisiano, o islamita Al-Nahda, condenou o fato e o classificou como "crime atroz e covarde". Em comunicado assinado pelo líder do movimento, Rachid Ganuchi, o grupo declarou que o crime "é uma nova tentativa de atacar a segurança do país e empurrá-lo para a violência". Na nota, o movimento ressaltou que a morte de Brahmi acontece em um momento em que a situação política está vivendo um avanço com a escolha dos órgãos para as reformas políticas e a preparação da minuta da constituição. EFE ma-jfu/tr











