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Em data que lembra o genocídio de Ruanda, ONU pede que crimes não se repitam

Internacional|Do R7

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Nações Unidas, 7 abr (EFE).- O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu nesta terça-feira à comunidade internacional coragem para atuar diante das grandes atrocidades cometidas no mundo e prevenir novos genocídios como o de Ruanda. Hoje é o dia internacional dedicado à lembrança da tragédia vivida pelo país africano há 21 anos, quando mais de 800 mil pessoas foram executadas durante o ápice de um conflito étnico entre tutsis e hutus. "Neste dia, chamo a comunidade internacional a fazer algo mais que falar sobre atrocidades e depois não ser capaz de tomar medidas a tempo para preveni-las", assinalou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Ele pediu ao mundo "coragem para atuar antes que as situações se deteriorem" e advertiu sobre os conflitos que atualmente em andamento em muitos lugares do mundo. Ban apontou os casos de Síria, Iraque e República Centro-Africana durante o discurso realizado na sede das Nações Unidas. "Nossa primeira responsabilidade é sempre prevenir estas situações e proteger os seres humanos vulneráveis em perigo", lembrou Ban, que destacou que o objetivo da ONU é garantir que haja "ações rápidas e decididas que salvem vidas e interrompam os abusos". O secretário-geral das Nações Unidas defendeu a necessidade de lembrar o genocídio de Ruanda e renovar o compromisso coletivo para evitar que atrocidades desse tipo se repitam. Ban participou de um ato comemorativo na sede da ONU, em que também discursaram os embaixadores de Ruanda, Eugène-Richard Gasana, e Estados Unidos, Samantha Power, representantes de organizações internacionais e um sobrevivente do conflito. Logo antes do encontro houve um minuto de silêncio e os participantes acenderam velas em memória das vítimas do genocídio. EFE mvs/cd

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