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Entenda a motivação por trás do cancelamento da segunda onda de ataques dos EUA à Venezuela

Donald Trump disse que o país latino está libertando inúmeros presos políticos como sinal de que está buscando a paz

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump cancelou a segunda onda de ataques à Venezuela.
  • A decisão se baseia na libertação de presos políticos pelo país latino como sinal de busca pela paz.
  • Trump anunciou investimentos de grandes petroleiras na Venezuela, totalizando pelo menos US$ 100 bilhões.
  • Especialistas acreditam que a medida busca aliviar tensões e gerar ganhos econômicos para os EUA.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Donald Trump disse que cancelou uma segunda onda de ataques à Venezuela. Segundo ele, a Venezuela está libertando um grande número de presos políticos como sinal de que está buscando a paz e, por essa cooperação, a segunda onda de ataques prevista foi cancelada.

Figuras de destaque da oposição e estrangeiros detidos na Venezuela foram soltos. Autoridades afirmam que as libertações fazem parte de um gesto para promover a convivência pacífica. Além disso, Trump também anunciou que grandes petroleiras investirão pelo menos US$ 100 bilhões (R$ 536,6 bilhões, na cotação atual) na Venezuela.


Trump anunciou que grandes petroleiras investirão pelo menos US$ 100 bilhões na Venezuela Reprodução/Record News

Em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (9), Bruno Pasquarelli, doutor em ciência política e professor, acredita que essa é uma forma de Donald Trump pressionar a Venezuela, indicando que ela não será atacada apenas se cooperar com os interesses norte-americanos. Ao mesmo tempo, segundo o professor, Trump aproveita para “tensionar um pouco menos” com a entrada das indústrias petrolíferas norte-americanas, como uma forma de recuperação da indústria local e de garantia de ganhos econômicos a curto e longo prazo para os EUA.

Pasquarelli acrescenta que a liberação dos presos políticos traz um “verniz democrático” à operação e fortalece Delcy Rodríguez, atual presidente venezuelana.


“São tentativas de trazer uma retórica positiva desde a intervenção, desde a entrada dos Estados Unidos na Venezuela, seja no ponto de vista econômico, na entrada dessas petrolíferas, e também do ponto de vista político, ao tentar tirar os presos políticos durante o regime do Nicolás Maduro”, afirma Pasquarelli.

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