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Erupções solares potentes que podem afetar serviços na Terra são detectadas pela Nasa

Fenômeno pode interferir nas comunicações de rádio, redes elétricas, sinais de navegação e ameaçar espaçonaves e astronautas

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Nasa registrou potentes erupções solares nos últimos dias.
  • Erupções podem afetar comunicações, redes elétricas e representar riscos para astronautas.
  • A classificação vai de B (menores) até X (maiores), com aumento de intensidade em cada letra.
  • Foram detectadas quatro erupções de classe X recentemente, com a mais forte registrando X8.1.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Erupções solares são poderosas explosões de energia Reprodução/Nasa

A agência espacial americana, a Nasa, vem registrando potentes erupções solares nos últimos dias. O fenômeno pode afetar as comunicações de rádio, as redes elétricas, os sinais de navegação e representar riscos para espaçonaves e astronautas.

Na prática, as erupções solares são poderosas explosões de energia. A Nasa as classifica de acordo com sua intensidade. As menores são de classe B, seguidas por C, M e X, as maiores.


Como na escala Richter para terremotos, cada letra representa um aumento de dez vezes na produção de energia.

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Assim, uma erupção X é 10 vezes mais intensa que uma M e 100 vezes mais intensa que uma C. Dentro de cada classe de letra, existe uma escala mais precisa de 1 a 9.


Erupções de classe C são muito fracas para afetar a Terra de forma perceptível, aponta a Nasa. Já as erupções de classe M podem causar breves interrupções de rádio nos polos e pequenas tempestades de radiação que podem colocar astronautas em perigo.

Embora X seja a última letra, existem erupções com mais de 10 vezes a potência de uma X1, portanto, erupções de classe X podem ultrapassar 9.


Sol. Na imagem, a estrela amarela aparece com alguns focos de explosão.
Nasa informou que o Sol liberou 4 fortes erupções solares recentemente Reprodução/Nasa

No domingo (1º) e na segunda-feira (2), a agência detectou quatro dentro da classificação X, a maior que existe. A mais forte foi registrada por volta de 20h37 (horário de Brasília) de domingo, e teve uma classificação X8.1.

No histórico de medições, a mais forte registrada até o momento foi em 2003. De acordo com a Nasa, o fenômeno foi interrompido em X17. Posteriormente, estimou-se que sua magnitude fosse de aproximadamente X45.

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