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Entenda os possíveis impactos para a realeza britânica após a prisão do ex-príncipe Andrew

Cargo público ocupado pelo irmão do rei Charles 3º pode ter facilitado vazamento de dados sigilosos para Jeffrey Epstein

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ex-príncipe Andrew foi preso por má conduta em cargo público ligado ao escândalo de Jeffrey Epstein.
  • Os títulos de nobreza de Andrew foram retirados pelo Rei Charles III após a prisão.
  • O Rei expressou preocupação, afirmando que o processo está sendo conduzido de forma apropriada.
  • Especialistas acreditam que o caso pode impactar a postura em relação a crimes sexuais e defesa das vítimas na comunidade internacional.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O ex-príncipe Andrew, irmão do rei Charles 3º, foi preso do Reino Unido nesta quinta-feira (19), por má conduta em cargo público, segundo o canal BBC. O filho da rainha Elizabeth 2º teve os títulos de nobreza retirados pelo rei no ano passado por suposto envolvimento no escândalo de Jeffrey Epstein.

Charles 3º se pronunciou sobre a prisão do irmão. Ele expressou preocupação e afirmou que o processo está sendo justo e conduzido de forma apropriada pelas autoridades.


Ex-príncipe Andrew é preso pela polícia do Reino Unido
Sinais de conduta imprópria e de corrupção de Andrew são investigados desde 1999 Reprodução/Record News

Em entrevista ao Hora News desta quinta-feira (19), o doutor em comunicação Renato de Almeida Vieira e Silva afirma que os sinais de conduta imprópria em uma função pública e de corrupção são inéditos dentro da estrutura monárquica britânica. “Grupos anti-monarquistas aproveitam desse momento para poder ressaltar que a sua proposta é contrária à permanência da monarquia dentro do sistema de governo britânico”, diz.

O especialista diz que já existiam indicativos desde 1999, sempre negados, dessa ligação entre Andrew e Epstein, período em que o ex-príncipe desempenhou importante função no governo britânico: “Há realmente no ar uma suspeita de que ele tenha, por conta dessa função, exacerbado no seu desempenho e talvez até tenha facilitado ou colocado algumas informações estratégicas que sejam do governo britânico ou da própria Casa Real”.


Silva enfatiza que o caso pode trazer uma mudança de postura da comunidade internacional com relação a crimes sexuais. “É um avanço, inclusive dentro do próprio pronunciamento da Casa Real, tanto do William [príncipe de Gales] quanto de Charles, há uma preocupação em relação às vítimas”, completa.

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