Entenda por que Porto Rico, onde Bad Bunny nasceu, pertence aos EUA
Ilha no Caribe foi colonizada pela Espanha após a chegada de Cristóvão Colombo, em 1493
Internacional|Do R7
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Após vencer o Grammy de Álbum do Ano por Debí Tirar Más Fotos, Bad Bunny voltou a ser destaque por sua apresentação no intervalo do Super Bowl.
Segundo dados da NBC, que transmite o torneio nos Estados Unidos, a apresentação do porto-riquenho ultrapassou a marca de 135 milhões de espectadores ao redor do mundo, se consolidando como a maior audiência da história.
A performance, que teve a participação de Lady Gaga e Ricky Martin, exaltou a cultura latina e trouxe referências à Porto Rico, onde Bad Bunny, nome artístico de Benito Antonio Martinez Ocasio, nasceu.
LEIA MAIS
Mas, afinal, por que Porto Rico pertence aos EUA?
Localizada no Caribe, a ilha conta com 8,9 mil quilômetros quadrados, o que equivale a um território um pouco maior que o Distrito Federal (DF).
Com idioma predominante espanhol e cultura latino-americana, Porto Rico foi colonizada pela Espanha após a chegada de Cristóvão Colombo, em 1493. Em 1898, o território foi invadido pelos Estados Unidos durante a guerra Hispano-Americana, que tinha o objetivo de tomar terras sob domínio espanhol.
O Tratado de Paris foi assinado com o fim do conflito e os americanos adquiriram Porto Rico, Guam e as Filipinas.
Porto Rico não é considerado um estado americano
Em 1900, Porto Rico passou a contar com um governo civil, o que possibilitou que a população eleja o governador e tenha uma legislatura local, ainda que seja subordinada ao Congresso dos EUA. Em 2017, a criação da Lei Jones permitiu que os porto-riquenhos tenham a cidadania americana.
O território, porém, não tem o status de estado: os seus eleitores não podem votar para a presidência dos Estados Unidos e nem contam com representantes com direito a voto no Congresso.
Mesmo assim, Porto Rico está sujeito às leis federais dos EUA e os habitantes servem às Forças Armadas americanas. Além disso, a ilha abriga bases militares de Washington.
Referendos
Entre 1967 e 2024, a ilha passou por sete referendos que tinham o objetivo de mapear a opinião da população sobre o status político do território.
No mais recente, 58% votaram para se tornar um estado dos EUA. Outros 29% votaram para ter status de “livre associação com os EUA” e 11% escolheram a opção da independência política.
Apesar disso, os resultados não têm efeito prático, já que não são reconhecidos pelo Congresso americano e servem, apenas, para consultar a opinião dos moradores sobre o assunto.
Para saber tudo do mundo dos famosos, siga o canal de entretenimento do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp







