Entrada da Ucrânia na UE facilitaria reconstrução e dificultaria novos ataques russos
Segundo professor, adesão do país ao bloco é vista como positiva para europeus e americanos e até os russos entendem que isso seja necessário
Internacional|Do R7
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O porta-voz Dmitry Peskov alertou Vladimir Putin sobre a movimentação entre Ucrânia e Estados Unidos, em Miami, e afirmou que Moscou irá formular uma posição.
O líder russo afirmou que, para as negociações avançarem, a Ucrânia deveria ceder cerca de 5.000 quilômetros quadrados do Donbas e renunciar, oficialmente, sua intenção de integrar a aliança militar da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

“O que a Rússia tenta fazer é que a região da Ucrânia, que para eles é super importante, não se torne mais um membro da Otan e aí a Rússia fica totalmente dentro de um enclave da Otan que pode a qualquer momento ser o seu inimigo. Mas ao adentrar na União Europeia, que é algo visto como positivo pelos europeus, pelos americanos, e até os russos entendem que isso será necessário, facilita a reconstrução e também torna muito difícil a Rússia invadir ou atacar um país dentro da União Europeia, mas é um risco que os ucranianos estão pagando para ver”, argumenta o doutor em ciência política Igor Lucena, em entrevista ao Conexão Record News.
Donald Trump argumentou que acabar com a guerra no Leste Europeu têm sido o objetivo de política externa mais difícil de alcançar durante sua presidência. De acordo com a agência de notícias Reuters, tal fator se intensifica quando a Ucrânia e seus aliados europeus expressam uma insegurança sobre a lealdade de Trump à Ucrânia no conflito armado.
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