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Epstein pode ter cometido crime contra a humanidade, dizem especialistas da ONU

Arquivos sugerem a existência de uma organização criminosa global, segundo o escritório de Direitos Humanos

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Especialistas da ONU afirmam que arquivos de Epstein contêm evidências de crimes contra a humanidade.
  • Documentos sugerem a existência de uma organização criminosa global envolvida em escravidão sexual e outros crimes.
  • ONU critica falhas na divulgação dos documentos, que expuseram informações sensíveis das vítimas.
  • Epstein, acusado de tráfico sexual de menores, abusou de mais de 200 meninas antes de seu suicídio em 2019.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Epstein foi detido em 2019 e se suicidou um mês após começar a cumprir a pena Reprodução\Record

Especialistas da ONU (Organização das Nações Unidas) alertaram que os arquivos Epstein, divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, contêm provas de crimes contra a humanidade.

Segundo o escritório de Direitos Humanos, os documentos sugerem a existência de uma organização criminosa global, que cometeu crimes classificados como escravidão sexual, violência reprodutiva, desaparecimento forçado, tortura, tratamento desumano e degradante e feminicídio


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Para os especialistas, os crimes mencionados nos arquivos foram cometidos em um contexto de crenças supremacistas, racismo, corrupção, misoginia extrema, mercantilização e desumanização de mulheres.

“Segundo o direito penal internacional, crimes contra a humanidade ocorrem quando atos como escravidão sexual, estupro, prostituição forçada, tráfico de pessoas, perseguição, tortura ou assassinato são cometidos como parte de um ataque generalizado ou sistemático contra uma população civil, com ou sem conhecimento do ataque”, explicou a ONU.


A organização também apontou falhas graves na divulgação dos documentos pelas autoridades norte-americanas, que expuseram informações sensíveis das vítimas. De acordo com a ONU, a falta de proteção e privacidade coloca as mulheres que sofreram abuso sexual em risco, além de fazer com que outras sintam medo de denunciar violências.

Jeffrey Epstein

O empresário norte-americano, natural de Nova York, foi acusado de tráfico sexual de menores de idade. Durante os anos 2000, Epstein liderou uma rede de tráfico que consistia em pagar jovens por atos sexuais. As vítimas também eram instruídas a trabalharem como “recrutadoras”, levando outras garotas para os imóveis do magnata.


Segundo investigações, o criminoso abusou de mais de 200 meninas. Ele foi detido em 2019 e se suicidou um mês após começar a cumprir a pena.

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