Especialista critica exclusão do chanceler do Irã das discussões em Davos: ‘Não ajuda’
Leonardo Trevisan argumenta que seria mais vantajoso conversar com Abbas Araghchi, que representa uma ala moderada do governo
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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O ministro das relações exteriores do Irã não vai participar da cúpula econômica. O representante estava previsto como orador na terça-feira (20) durante a reunião anual, mas os organizadores consideraram a participação dele como inapropriada devido à onda de violência dos protestos no Irã.
O Conexão Record News desta segunda-feira (20) recebeu o professor de relações internacionais Leonardo Trevisan para avaliar a situação. “Nós temos uma luta interna pelo poder do Irã. Tem duas visões do Irã. Uma é a do chanceler [Abbas Araghchi] e principalmente do presidente Masoud Pezeshkian, que é uma linha mais moderada. E nós temos uma linha mais dura, que é a da Guarda Revolucionária, que é a responsável por essas 5.000 mortes”, explica.
O professor deixa claro que não conversar com o ministro das Relações Exteriores, neste momento, não ajuda a ala moderada do Irã: “Talvez politicamente fosse mais vantagem aceitar uma conversa com ele do que excluir o Irã das negociações”, afirma.
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