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Especialista entende que Argentina será celeiro da ‘Doutrina Donroe’ na América Latina

Acordo firmado entre EUA e Argentina sugere que quem segue as ideologias de Trump será beneficiado

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Argentina firma acordo de comércio e investimento com os EUA, estreitando relações.
  • Mais de 1.600 produtos argentinos estarão isentos de tarifas americanas.
  • Economista Igor Lucena sugere que Argentina se tornará "celeiro" da Doutrina Donroe na América Latina.
  • Países que se opõem a ideologias de Trump enfrentarão consequências, enquanto aliados serão beneficiados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

As relações entre Argentina e Estados Unidos se estreitam cada vez mais. Um acordo de comércio e investimento recíproco foi assinado entre os dois países. O pacto combina que o país latino deva abrir o mercado para o norte-americano, em compensação, as tarifas impostas por Trump seriam reduzidas.

Agora com o acordo aprovado, mais de 1.600 produtos argentinos estarão livres das taxas norte-americanas, segundo autoridades do governo de Javier Milei. Além disso, os EUA devem conceder uma ampliação para 100 mil toneladas no acesso preferencial da carne bovina.


O economista e doutor em relações internacionais Igor Lucena avalia que, com tais medidas, a Argentina acaba de se tornar “uma espécie de celeiro de como essa nova Doutrina Monroe criada por Trump será utilizada na América Latina”.

Ele expõe que, de agora em diante, líderes que vão contra as ideologias de Trump, como Nicolás Maduro na Venezuela, enfrentarão consequências graves; por outro lado, aliados serão beneficiados de diversas maneiras: “Essas nações ganharão um acesso favorecido ao mercado norte-americano, linhas de crédito financeiras semelhantes às vistas durante as eleições argentinas, com US$ 20 bilhões e mais possibilidades de exportação de produtos”, analisa o profissional durante uma entrevista ao Conexão Record News desta sexta (6).


Lucena raciocina que a estratégia do presidente norte-americano é mostrar para os outros países latinos as oportunidades que aparecem ao se aliarem às políticas e ideologias defendidas pelos EUA. “Por que os outros países não fariam o mesmo? É uma política de atração, em que a Argentina ganha muito mais do que os Estados Unidos, mas a longo prazo, é uma amostra de como os outros países devem se aproximar de Trump”.

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