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Especialistas em segurança republicanos dizem que Trump seria um presidente perigoso para EUA

Em comunicado, grupo afirmou que o candidato não é qualificado para comandar o país

Internacional|Do R7

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Donald Trump tem sido duramente criticado por suas afimrações polêmicas
Donald Trump tem sido duramente criticado por suas afimrações polêmicas

Cinquenta especialistas em segurança nacional republicanos, entre eles um ex-diretor da CIA, disseram nesta segunda-feira (8) que o candidato do partido a Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, não é qualificado para comandar o país e afirmaram que Trump seria, segundo eles, “o presidente mais imprudente da história norte-americana”.

O comunicado foi o mais recente repúdio à candidatura Trump por especialistas veteranos em segurança nacional do Partido Republicano e foi marcante pela dureza do tom adotado.


"Trump não tem o caráter, valores e a experiência para ser presidente. Ele enfraquece a autoridade moral dos EUA como líder do mundo livre. Ele parece não ter o conhecimento básico e nem a crença na Constituição dos Estados Unidos, nas leis dos Estados Unidos e nas instituições dos EUA, incluindo tolerância religiosa, liberdade de imprensa e independência do Judiciário”, disse o comunicado.

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“Nenhum de nós votará em Donald Trump”, afirmou o comunicado, que acrescentou que alguns dos signatários também têm dúvidas sobre a candidata democrata, Hillary Clinton.


“Do ponto de vista da política externa, Donald Trump não é qualificado para ser presidente e comandate-em-chefe”, disse o texto, que foi primeiramente noticiado pelo New York Times. “Estamos convencidos de que ele seria um presidente perigoso e colocaria em risco a segurança nacional e o bem-estar do nosso país.”

Os signatários, alguns dos quais trabalharam para mais de um presidente republicano, incluem o ex-diretor da CIA Michael Hayden, que também chefiou a Agência de Segurança Nacional, o ex-secretário de Segurança Interna Michael Chertoff, o ex-diretor da Inteligência Nacional John Negroponte, e dois antigos representantes de comércio dos EUA, Carla Hills e Robert Zoelick.


Trump respondeu em um comunicado, no qual criticou os signatários do documento, classificando-os de membros da "elite fracassada de Washington" que "merecem a culpa por tornar o mundo um lugar tão perigoso".

"Essas pessoas de dentro — ao lado de Hillary Clinton — são os donos da desastrosa decisão de invadir o Iraque, permitir que norte-americanos morressem em Benghazi, e são aqueles que permitiram a ascensão do Isis", disse Trump ao usar uma das siglas pelas quais é conhecido o Estado Islâmico.

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