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Estado Islâmico tenta vender corpo de jornalista norte-americano pela internet por R$ 2,6 milhões

Somente em novembro, terrorismo já matou mais de 5 mil pessoas

Internacional|Ansa

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Os radicais do Estado Islâmico filmaram a decapitação de James Foley
Os radicais do Estado Islâmico filmaram a decapitação de James Foley

Um milhão de dólares (R$ 2,6 milhões). Esse é o preço que o grupo Estado Islâmico (EI, ex-Isis) estaria pedindo aos EUA pelos restos mortais do jornalista James Foley, decapitado pelos jihadistas em agosto.

A notícia foi divulgada nesta quinta-feira (11) pelo site norte-americano BuzzFeed. O site fala em três fontes que estariam em contato com o grupo para negociar um acordo.


A troca pelo corpo de Foley seria na Turquia. O EI estaria disposto a mandar uma amostra de sangue aos EUA para comprovação de DNA de Foley.

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A família do jornalista não comentou a notícia.


O governo dos EUA estaria debatendo a possibilidade de um acordo.

Vítimas do terrorismo


O número de vítimas de grupos terroristas chegou a 5.042 em novembro.

É o que aponta estudo realizado pela Bbc World Service e o Icsr (Centro de Pesquisa sobre Radicalizações) do King's College, em Londres.

Segundo o documento, a ameaça terrorista é a mais forte que já existiu.

O Iraque detém o recorde de mortos, seguido de Nigéria, Afeganistão e Síria.

O EI lidera o número de execuções, com 44%, ou seja, cerca de 2.206 crimes. O Boko Haram, da Nigéria, seria responsável por 801 crimes. O grupo Jabhat al-Nusra, que atua na Síria, teria matado 257 pessoas.

O estudo aponta que dos 664 ataques terroristas registrados em novembro, 650 ocorreram com homens-bomba. 

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