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Estreito de Ormuz: como ficou a movimentação da via marítima após ataques de Israel ao Líbano

Rota havia sido aberta depois que os Estados Unidos anunciaram uma pausa nos ataques ao Irã

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Após ataques aéreos de Israel ao sul do Líbano, o Irã fechou novamente o estreito de Ormuz, considerando as ofensivas uma violação do cessar-fogo.
  • A via marinha foi previamente aberta após os EUA anunciarem uma pausa nos ataques ao Irã, com coordenação das Forças Armadas iranianas.
  • Após os ataques israelenses, aplicativos de monitoramento começaram a sinalizar a interdição da rota novamente.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Aplicativos de monitoramento registraram a interdição da rota após ataques israelenses Reprodução/Vessel Finder

Após Israel realizar diversos ataques aéreos no sul do Líbano, nesta quarta-feira (8), o Irã voltou a fechar o estreito de Ormuz. Segundo a agência de notícias iraniana Fars, uma fonte militar afirmou que o regime considera as ofensivas uma “violação” do cessar-fogo.

O Irã havia aberto a via marítima nesta terça-feira (7), quando os Estados Unidos anunciaram uma pausa de duas semanas nos ataques ao território iraniano. A condição imposta pelo regime iraniano era que o exército do país seria responsável por mediar o fluxo do estreito.


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“Se os ataques contra o Irã forem interrompidos, nossas poderosas Forças Armadas cessarão suas operações defensivas. Por um período de duas semanas, a passagem segura pelo Estreito de Ormuz será possível mediante coordenação com as Forças Armadas do Irã e com a devida consideração às limitações técnicas”, afirmou Abbas Araghchi, ministro das Relações Exteriores do Irã, na terça-feira.

Aplicativos de monitoramento de tráfego marítimo chegaram a registrar a movimentação na rota quando o Irã abriu a passagem. Entretanto, após os ataques israelenses, retomaram a exibição da via interditada.


Reabertura do estreito de Ormuz

Segundo o vice-presidente dos EUA, JD Vance, o Irã prometeu reabrir a rota. Em declaração nesta quarta-feira, o político afirmou que o cessar-fogo anunciado no dia anterior não incluía o Líbano. Dessa forma, Israel não teria violado o acordo, como alegou o regime iraniano.

Vance também ressaltou que o andamento das negociações dependerá do Irã, que deve se comprometer a não criar uma arma nuclear para entrar em acordo com os norte-americanos. “Nossa posição sobre o enriquecimento de urânio pelo Irã não mudou. Eles não podem fazer qualquer coisa que chegue perto de criar uma arma nuclear.”

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