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EUA diz que responsáveis por ataques em Bagdá são "inimigos do Islã"

Atentados mataram 57 pessoas e feriram pelo menos outras 150 na noite de sábado (10)

Internacional|Do R7

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Iraquianos e policiais se reúnem no local de uma explosão em Nassiriya, ao sul da capital iraquiana, Bagdá. Pelo menos 57 pessoas morreram e pelo menos outras 150 ficaram feridas
Iraquianos e policiais se reúnem no local de uma explosão em Nassiriya, ao sul da capital iraquiana, Bagdá. Pelo menos 57 pessoas morreram e pelo menos outras 150 ficaram feridas

Os Estados Unidos condenaram os recentes atentados em Bagdá que mataram dezenas de pessoas, dizendo que os responsáveis pelos bombardeios direcionados a civis durante as celebrações que marcam o fim do Ramadã são "inimigos do Islã".

Carros-bomba atravessaram mercados, ruas comerciais e parques na noite de sábado (10), quando os iraquianos celebravam o fim do mês de jejum muçulmano, matando 57 e ferindo mais de 150.


Em dezoito meses desde a retirada das últimas tropas americanas do Iraque, militantes sunitas têm recuperado a força em sua insurgência contra o governo xiita do Iraque.

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"Os Estados Unidos condenam nos termos mais fortes possíveis os ataques covardes em Bagdá", afirmou o governo americano em um comunicado.


— Os terroristas que cometeram esses atos são inimigos do Islã e um inimigo comum dos Estados Unidos, do Iraque e da comunidade internacional.

Os Estados Unidos declararam ainda que irão trabalhar em estreita colaboração com o governo iraquiano para enfrentar a Al Qaeda e discutir o tema durante uma viagem do ministro das Relações Exteriores, Hoshiyar Zebari, na próxima semana para Washington.


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