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EUA: mães de 11 crianças achadas em deserto são presas e indiciadas

Três mulheres são acusadas de negligência e abuso infantil. Pai de menino desaparecido é muçulmano extremista e tem histórico familiar de terrorismo

Internacional|Ana Luísa Vieira, do R7

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Mulheres foram encontradas junto de crianças em barraco no deserto
Mulheres foram encontradas junto de crianças em barraco no deserto

As três mães das 11 crianças que foram encontradas desnutridas e submetidas a condições degradantes de vida na sexta-feira (4) pela polícia do estado do Novo México, nos Estados Unidos, foram presas e indiciadas juntamente com dois homens descritos como muçulmanos extremistas fortemente armados.

As informações são da rede de notícias Fox News.


Jany Leveille, de 35 anos, Hujrah Wahhaj, de 38, e Subhannah Wahhaj, de 35, foram presas e acusadas de negligência e abuso infantil.

As três mulheres foram encontradas junto dos meninos e meninas em uma espécie de barraco improvisado no meio do deserto, nas proximidades da comunidade de Amalia.


De acordo com informações do xerife do condado de Taos, Jerry Hogrefe, as crianças têm idades entre 1 e 15 anos, não usavam sapatos, vestiam roupas velhas e sujas e "pareciam refugiadas do Terceiro Mundo"

Histórico terrorista


Siraj Wahhaj teria raptado filho de três anos
Siraj Wahhaj teria raptado filho de três anos

Hogrefe informou que um dos homens detidos, Siraj Wahhaj, de 39 anos, já era procurado pelas autoridades por suspeita de raptar o filho de três anos.

Segundo a Fox News, Wahhaj teria dito à mãe da criança em dezembro que queria realizar um exorcismo no menino, que sofria de convulsões e não podia andar.


O garoto não estava em meio ao grupo encontrado no acampamento, mas a polícia ainda tem esperanças de encontrá-lo, já que há indícios de que ele esteve no local poucas semanas atrás.

O histórico familiar de Wahhaj já era conhecido pelas polêmicas mesmo antes de sua prisão.

Wahhaj é filho de um ímã do Brooklyn, em Nova York, que foi acusado pelo Ministério Público de colaborar com os bombardeios subterrâneos ocorridos no World Trade Center em 1993.

O líder religioso ainda foi uma testemunha no julgamento do xeque Omar Abdel Rahman — condenado em 1995 por planejar ataques terroristas nos EUA.

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